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  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 21/01/2010 Link Permanente | Responder
    Tags: , , catástrofes, , , familiares, geologia, haiti, , , mortes, mundo, perdas, sofrimento, terremoto, , tragédia no Haiti,   

    TRAGÉDIA NO HAITI! Não disse? 

    Estava ouvindo um pastor pregando sobre o fim do mundo e surpreendi-me quando ele citou a tragédia no Haiti. Disse que o Haiti estava colhendo o que plantou, porque eles são um povo muito idólatra e seguem a seita Vudu. Fiquei me questionando sobre quem é mais pecador!

    Será que aqueles que se confessam “evangélicos” e mentem, roubam, adulteram, adoram ao dinheiro e à sua própria vida é menos digno de uma tragédia dessa? O apóstolo Paulo declara uma incômoda verdade em 1 Co. 5:9-13: “Já em carta vos escrevi que não vos associeis com os impuros; refiro-me com isto, não necessariamente aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou aos roubadores, OU IDÓLATRAS; pois, neste caso, teríeis de sair do mundo. Mas agora vos escrevo que não vos associeis com aquele que, DIZENDO-SE IRMÃO, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais. POIS COM QUE DIREITO HAVERIA EU DE JULGAR OS DE FORA? NÃO JULGAIS VÓS OS DE DENTRO? Os de fora, porém, D’us os julgará. Expulsai, pois, de entre vós o malfeitor.”

    É incrível o sem número de profetas de catástrofes que tem surgido por aí dizendo que sabiam que isso iria acontecer e que estamos vivendo o fim dos dias. É bem verdade que estas coisas não são acaso, mas o que realmente a população do Haiti está preocupada é com o que vai acontecer daqui pra frente. Os “profetas das tragédias” só veem à mídia para proferir o que aconteceu como se fosse acontecer, mas ninguém se levanta para proferir o que realmente precisa e vai acontecer. O que precisamos é de gente que fale menos e faça mais.

    Às vezes confundimos sabedoria com fofoca. Aqueles que querem se tornar grandes e cheios do Poder de D’us porque conseguiram antever as tragédias que tem acontecido por aí, mas na verdade, os homens e mulheres cheios do Poder de D’us, não são aqueles que ficam sentados em suas confortáveis poltronas discutindo sobre uma tragédia, mas aqueles que decidem “arregaçar as mangas” e ajudar aos que estão precisando. Os haitianos estão precisando de gente que os amem a tal ponto de abrirem mão de seus confortos e achismos e se empenhem em ajudá-los, ainda que distante.

    Não podemos filosofar sobre estas situações. Yeshua, quando viu  o caos no mundo, colocou “a mão na massa” e resolveu fazer a diferença com a sua própria vida. Por que os “profetas da tragédia” não se levantam para ajudar aos que estão carentes? O mundo precisa ver a Igreja nesta hora e não o dedo de acusação da Igreja, que muitas vezes se acha a dona da verdade, e sequer gasta um tempinho para orar pelo Haiti.

    Que D’us mesmo tenha misericórdia dos que vivem a verdadeira tragédia do engano de achar que é a Verdade!

    Lembre-se que o Reino de D’us é trazido com atitudes e não com discursos, porque o Evangelho consiste em demonstração de Poder e não em Palavras de persuação.

    Pr.Valdemir Sarmento

     
  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 05/01/2010 Link Permanente | Responder
    Tags: , , comunicação, , , , , , inferno, , libertação, mensagem, pregação, quebra de maldições, , , ,   

    A GRAÇA QUE DESGRAÇA 

    A Graça que Desgraça

    É apregoado pela Igreja Reformada que a salvação é pela Graça, aliás, esta foi uma das 95 teses de Martinho Lutero para que a Igreja Católica fosse reestruturada. Acredito que nos primeiros anos e até mesmo séculos após a reforma, a teoria de Martinho Lutero contribuiu para o avanço da proclamação do Reino de D’us de uma forma mais viva e poderosa. Mas com o passar do tempo, infelizmente, o conceito da Graça foi caindo em desgraça pelo mau uso que a então chamada Igreja Evangélica, tem feito dele. A Graça perdeu o seu objetivo principal e muitos têm cometido um sério erro com respeito esse tema que é a chave para a entrada no Reino de D’us e também para experimentar a Sua Justiça.

    Antes de continuar o assunto, gostaria de alertar a você, querido leitor, que o meu objetivo aqui não é afirmar e nem supervalorizar os erros apregoados pela comunidade evangélica da atualidade, mas tenho assumido uma postura de profeta neste blog para manifestar algumas verdades que estão guardadas no coração de D’us e que precisam ser denunciadas porque fogem categoricamente do caráter e da natureza de Adonai. Não interprete mau, mas peço que busque ler este texto com uma mente aberta e sempre, repito, sempre confirme isso com a Palavra de D’us. Talvez isto falte até mesmo seu chão, mas não posso me calar diante de tanta barbárie cometida dos púlpitos eclesiásticos protestantes, acho até mesmo que o próprio Lutero estaria se revirando do túmulo se pudesse ouvir essas mensagens sobre a Graça.

    Pois bem, a Graça é o motivo da nossa Salvação. Paulo afirma que “pela Graça somos salvos por meio da fé e isto não vem de nós é dom de D’us.” No hebraico a palavra usada para Graça é Hessed = misericódia, perdão. Portanto a Graça é perdão concedido a nós.

    Isto fica muito claro quando entendemos que a nossa dívida é impagável e o Senhor mesmo decidiu enviar Seu único Filho para que essa dívida fosse quitada.

    Esta é uma verdade que todos até aqui concordamos, até porque não há nenhuma omissão com respeito a essa teologia defendida também por Lutero no Séc.XVI. Mas o meu dilema começa na mensagem proclamada a respeito da Graça. Se pararmos para observar na Bíblia, a Graça não dada a qualquer um de qualquer maneira. É bem verdade que o Senhor quer perdoar a todos, indistintamente, mas isto não significa que Ele sai por aí perdoando a qualquer um. A Graça é algo muito precioso porque é o perdão de D’us dado ao homem. Mas a Graça é dada a quem está realmente ARREPENDIDO. Este é o grande problema. Porque muitos insistem em que as pessoas precisam aceitar a Yeshua para serem salvas e apelam nos púlpitos para que sejam “salvas”. Muitos aceitam Yeshua como seu suposto Salvador, mas não conseguem se desvencilhar do pecado, continuam praticando ou até mesmo sentem falta do pecado.

    Inúmeras vezes nos deparamos com pregadores apelando às pessoas que aceitem o perdão de D’us para que sejam salvas. E tentamos de tudo para que as pessoas se convertam ao Senhor. Isto é uma banalização da Graça de D’us. Não veremos esse tipo de tratamento sendo praticado nem pelos apóstolos e muito menos por Yeshua. Note que a mensagem apregoada era de arrependimento dos pecados. Isto se deve para que todos saibam que fomos destituídos da Graça de D’us.

    Em Ezequiel 37:11-14 diz:

    “Então, me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados. Portanto, profetiza e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Eis que abrirei a vossa sepultura, e vos farei sair dela, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel. Sabereis que eu sou o Senhor, quando eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair dela, ó povo meu. Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra. Então, sabereis que eu, o Senhor, disse isto e o fiz, diz o Senhor.”

    Certamente nossos olhos saltam sobre a Promessa feita neste texto, mas seria uma deturpação entendermos esse texto parcialmente. Lembre-se que foi exatamente desta forma que Satanás tentou Yeshua no deserto. Não podemos nos utilizar deste mesmo recurso que tem sido utilizado por Satanás ao longo dos anos. O texto precisa estar casado plenamente com o seu contexto este é um princípio básico da hermenêutica. Veja a conclusão que os Filhos de Israel chegaram!

    “…Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados.”

    Eles entenderam que suas atitudes os levaram ao extermínio, à destruição. É esse conceito que tem faltado a muitos que buscam receber a Graça de D’us e isto se deve à nossa insistência para que a pessoa seja salva. Em atos 2 veremos Pedro pregando a Palavra de D’us aos judeus em Jerusalém e eles se arrependeram e interpelaram o apóstolo com a seguinte pergunta: “O que faremos?” (At.2:37)

    Preste atenção: A GRAÇA SÓ FUNCIONA PARA QUEM ENTENDE QUE É PECADOR E PRECISA ARDENTEMENTE O PERDÃO DE D’US.

    Não é um produto que oferecemos para que tentemos convencer ninguém a aceitar. Nós não estamos oferecendo uma mercadoria e nem um clube de futebol. Quem entende quem é e do que precisa, não joga fora a Graça!

    Nunca veremos os apóstolos oferecendo o Perdão de D’us, mas os pecadores correndo atrás para serem perdoados.

    Em Ezequiel, os Filhos de Israel tinham o discernimento de que eram dignos da destruição, pois eram como ossos sequíssimos e foi neste contexto que profundo arrependimento e contrição que o Senhor se apresentou a eles e fez a promessa de que os ergueria do monturo.

    D’us só derrama a Graça e ergue do monturo quem tem a consciência de que é digno da morte por causa dos seus pecados! Essa Graça não pode ser distribuída até que forçadamente a qualquer um. Não vai funcionar!

    Sabe porque existe muitos irmãos que não conseguem vencer o pecado? Isto mesmo; não viram quem realmente eram! Não sentiram a dor de seus próprios pecados. Não há Graça para quem não reconhece o dano causado por seu pecado. Mas esses mesmos pecados que tem crucificado o Filho de D’us e tem renovado-o à dor e à angústia das marcas da cruz. Portanto, que antes da Graça, o peso do pecado recaia sobre você para que a Palavra do apóstolo Paulo se cumpra em você: “Onde abundou o pecado, superabundou a Graça.”

    A você que entende e sofre pelo seu pecado, pode contar com a Graça, mas aquele que quer a Graça de graça cai em desgraça.

    Pense nisto com muito carinho em nome de Yeshua.

    Pr. Valdemir Sarmento de Almeida.

     
    • Victor 1:06 em 06/01/2010 Link Permanente | Responder

      Muito bom o texto! Porém, há uma parte que eu não concordei muito. Você disse “Sabe porque existe muitos irmãos que não conseguem vencer o pecado? Isto mesmo; não viram quem realmente eram! Não sentiram a dor de seus próprios pecados.” Tudo bem que há várias pessoas que não entendem a graça e acham que Deus tem a obrigação de perdoá-las. Mas também há aquelas que sabem que são pecadoras, porém têm sérias dificuldades para largar o pecado. Seja por vício ou qualquer outro motivo. Acredito que não podemos simplificar o ato de largar o pecado. Acredito que é um processo e que com o tempo as dificuldades vão sendo vencidas, como tudo na vida. Se eu estiver errado, me corrija. =)

      • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 07/01/2010 Link Permanente | Responder

        É verdade! Não podemos simplicar a libertação de ninguém, porém, o que Yeshua nos ensina é que à medida em que a Verdade vai entrando em nossa consciência, vamos tendo o poder de ser livres (Conhereis a Verdade e a Verdade vos libertará). É pelo conhecimento da Verdade (e quero trazer o entendimento aqui de que a Verdade é a Lei) que o pecado vai sendo revelado e o Espírito vai trabalhando no arrependimento. Esse não era o enfoque do texto por isso não me detive nesse assunto, mas você não está errado!

  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 25/12/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: 25 de dezembro, festa natalina, festas, nascimento de Jesus, natal, papai noel   

    A Importância do Natal 

    O Natal ou Dia de Natal é um feriado comemorado anualmente em 25 de Dezembro, que comemora o nascimento de Jesus de Nazaré.[2][3] A data de comemoração do Natal não é conhecida como o aniversário real de Jesus e pode ter sido inicialmente escolhida para corresponder com qualquer festival histórico Romano[4] ou com o solstício de inverno.[5] (wikipédia)

    Não é novidade que Yeshua nasceu em Sucot (Tabernáculos), alguns acham que não há nenhuma relevância em celebrar o aniversário de Yehsua em dezembro, o importante é a comemoração. Mas isso é de uma ignorância sem par, pois as datas são muito importantes. O próprio Adonai, respeitando as épocas, preparou para que o Immanuel (D’us Conosco), Yeshua, viesse no período de Tabernáculo, isto porque Ele (Yeshua) é o Tabernáculo de D’us com os homens.

    Celebrar o nascimento de Yeshua fora de sua data é desprezar a idéia de Tabernáculos, ou habitação, do Eterno através de Yeshua. Comemorar em 25 de dezembro, associa-o aos solstícios. No meio cristão TAMBÉM é celebrado o nascimento de Yeshua e em união com os não cristãos celebra-se uma data de confraternização. De forma sutil, esta é uma forma de sincretismo para descaracterizar Yeshua. O natal é importante e por ser importante deve ser celebrado na data certa e não em associação com o paganismo.

    Acho incrível quando vejo nas casas brasileiras as músicas pagãs, as bebidas alcoólicas, a glutonaria… e por fim achamos que estamos honrado a Yeshua com esta festa. Não creio que este tipo de comemoração agrade ao Senhor. O apóstolo Paulo declara: “… quer comais, quer bebais… fazei isto para a Glória de D’us.” (1Co.10:31)

    Não quero aqui ser um moralista e um sentenciador da festa natalina de dezembro, mas o que me incomoda profundamente, é a falta de consciência de que celebrarmos o nascimento de Yeshua, se é tão importante assim para as pessoas, então, deveríamos entender que está associada ao Tabernáculos e não ao papai noel e muito menos às árvores de natal, ou a esse espírito de natal que percorre nossas casas.

    Glutonaria e bebedice não podem fazer parte de uma festa àquele que é Santo e que não aceita a glutonaria e nem a bebedice. Temos que entender que o nosso comer deve ser para a Glória de D’us e não para a nossa satisfação. Enfim, que o Senhor seja engrandecido e em tempos mais oportunos, vou discorrer neste blog, sobre o motivo pelo qual o natal tem sido comemorado em 25 de dezembro e não entre setembro e outubro (data do nascimento de Yeshua – Tabernáculos).

    Um grande abraço e Paz do Senhor Adonai.

    Pr. Valdemir Sarmento de Almeida

     
  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 16/12/2009 Link Permanente | Responder
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    Oração 

    PACTO JOVEM – Estudo Semanal

    Série: Doutrinas Bíblicas

    Pr.Valdemir Sarmento de Almeida

    Este estudo dirigido pode ser encontrado no blog do pastor Valdemir:

    pastorvaldemirsarmento.wordpress.com

    Oração

    “…também os ensinava e dizia: Não está escrito:

    A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações?

    Vós, porém, a tendes transformado em covil de salteadores.”

    Marcos 11:17

    “O homem deve saber que, durante a sua prece, ele se acha no palácio do Rei e que não vê senão o Rei. Ele se esquecerá então até da sua existência.”
    (Rabi Nahman de Bratslav)

    Desde pequeninos aprendemos que orar é falar com D’us. Este conceito não está errado, porém gostaria de estudar de uma maneira mais profunda sobre oração para que entendamos que a oração vai além, e muito além, de falar com D’us.

    Como Orar Corretamente?

    Todo novo convertido tem esse questionamento! O que é oração? E Para que serve?

    Para alguns a oração é a maneira que D’us disponibilizou para que pudéssemos alcançar o que queremos ou achamos que precisamos. Para outros é uma maneira de nos confortamos com as situações que enfrentamos. Há quem diga que a oração não pode mudar nada, ela somente tem a função de consolar o aflito.

    Diante de tantos conceitos ficamos incertos quanto ao nosso objetivo acerca da oração. Acredito que este foi o dilema enfrentado pelos discípulos na época de Yeshua (Jesus). Certamente eles deparavam com conflitos pessoais quando estavam orando. Mas o que achamos era que aqueles discípulos todas as suas orações respondidas, mas isto é apenas um engano e a maior prova que podemos ter, está na própria Palavra do Senhor que afirma que eles (os discípulos) pediram para que Yeshua os ensinasse a orar.

    Este princípio de oração ensinado pelo Mestre trás umas realidades surpreendentes, inclusive para os próprios discípulos. Vamos fazer uma rápida reflexão sobre a Oração que Yeshua (Jesus) ensinou em Mateus 6:5-14

    5 E, quando orardes, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa.

    6 Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.

    7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos.

    8 Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais.

    9 Portanto, vós orareis assim:

    Pai nosso, que estás nos céus,

    santificado seja o teu nome;

    10 venha o teu reino;

    faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;

    11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;

    12 e perdoa-nos as nossas dívidas,

    assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;

    13 e não nos deixes cair em tentação;

    mas livra-nos do mal

    [pois  teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!

    14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; 15 se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.

    A primeira realidade que Yeshua (Jesus) nos mostra é que a oração deve ser uma prática individual (vs.5 e 6) com a porta fechada em secreto! Toda oração que não for feita em acordo com a Vontade de D’us, é vã.

    Yeshua motivou a oração individual, no quarto, e recriminou a oração feita em pé nas sinagogas. Isto porque a intenção é que a oração seja uma prática muito íntima e pessoal. A oração não podia ser feita semelhante a dos gentios que não conheciam ao D’us Eterno, porque o Senhor sabe de tudo o que pedimos antes mesmo que o peçamos. O que Yeshua (Jesus) está ensinando é que a oração não deve ser feita no sentido de suprimento necessidades pessoais, porque Ele sabe do que necessitamos (v.8).

    No verso 9 em diante temos uma Oração que Yeshua (Jesus) ensina para os discípulos. Vamos avaliar rapidamente esta oração:

    No verso 9 Ele começa reconhecendo que o Pai está nos céus e o Seu Nome deve ser santificado. Aqui Yeshua (Jesus) está afirmando que o propósito da Oração é que o Nome de D’us seja santificado. Então a oração tem a responsabilidade de santificar o Nome de Adonai.

    A primeira atitude para que o Nome de Adonai seja santificado é clamando para que o Reino de D’us venha através da Sua Vontade realizada na Terra como no Céu (v.10). Isto significa que a primeira posição que devemos tomar é de Obediência à Vontade de D’us. Porque quando buscamos a vontade de D’us o nosso foco passa a ser o próximo e por isso não conseguiremos mais ser individualistas embora a oração deva ser uma prática individual. Então, o pão nosso de cada dia passa a ser uma oração diária que se preocupa com o próximo. Ele não disse o pão nosso de todos os dias… (v.11).

    Progressivamente temos nesta oração uma ordem para que a nossa oração tenha eficácia. Agora Ele nos ensina que quando nos preocupamos com o próximo teremos, com o resultado, o amor ao próximo. E por isso teremos facilidade em perdoá-lo (v.12). Mais sério se torna quando Yeshua (Jesus) nos ensina a pedirmos a D’us que faça conosco o que fazemos com o próximo, que nos perdoe como temos perdoado.

    Como fruto desse coração, podemos pedir ao Senhor que nos livre em meio à tentação. O que nos leva a entender que a nossa vitória sobre as trevas não é individual mas absolutamente ligada ao próximo.

    Porque quando fazemos isto, estaremos santificando o Nome do Senhor, pois estaremos reconhecendo que D’Ele é o poder, o Reino e a Glória para sempre. Amém!

    Faça esta Oração:

    [Senhor, nesta lição aprendi que a minha oração deve estar ligada à Tua Vontade e a Tua Vontade começa no meu próximo. Quero que o Senhor me perdoe assim como eu tenho perdoado, quero que o senhor me ame como eu tenho amado, por isso, quero ser transformado à Imagem e Semelhança de Jesus. Agradeço pelo ensino de Yeshua (Jesus) por me alertar com respeito a importância da Oração. Que a minha oração seja para a Santificação do Teu Nome. Por isso eu oro em Nome de Yeshua, o Messias de Israel. Amém!]


    Leitura Semanal


    Domingo – 1 Reis 8:22-53

    Segunda – 2 Crônicas 6 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Terça – 2 Crônicas 7 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Quarta – Neemias 1 e 2 – Escreva o seu Comentário sobre os Capítulos

    Quinta – Salmos 102 e 103 – Escreva o seu Comentário sobre os Capítulos

    Sexta – Daniel 9 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Sábado – Habacuque 3 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

     
  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 03/12/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: , , animo, , D'us, , , evangélica, , , , palavras de incentivo, , pensamento positivo, positivismo, , , , , Yaveh   

    Fé 

    PACTO JOVEM – Estudo Semanal

    Série: Doutrinas Bíblicas

    Pr.Valdemir Sarmento de Almeida


    “Todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma.”

    Hebreus 10:38

    “A fé não é saber qual é o mistério do universo, mas sim a convicção de que existe um mistério

    e que ele é maior do que nós.” (Rabino David Wolpe)

    Quando se fala de Fé, logo vem à nossa mente o desenvolvimento de um pensamento positivo, sem nenhum tipo de dúvida, porque entendemos que se não houver dúvida, certamente haverá Fé.

    Mas como saber se temos Fé?

    Para sabermos se temos Fé, necessitamos entender o que ela é e representa para as nossas vidas.

    Como este é um assunto que vai mexer com nossas estruturas, gostaria de começar com uma oração para que as nossas mentes e corações sejam abertos para entender estas verdades, porque a pessoa que já está “viciada” na sua interpretação certamente terá dificuldade de aprender, pelo simples fato de não querer abrir-se à verdade.

    Então, faça comigo esta oração:

    [Senhor, eu não quero viver em enganos, ajuda-me a entender a Fé. Não quero que a minha fé seja manipulada por entendimentos humanos ou pela má interpretação da Bíblia. Que o Espírito do Senhor seja o meu discipulador nesta hora e que me ensine sobre a Fé pela Palavra da Verdade. Também lhe peço que os meus conceitos sejam destruídos para que os Seus sejam estabelecidos em vida em Nome de Yeshua (Jesus), o Messias, Amém.]

    O Que é Fé?

    Para responder a esta pergunta teremos que recorrer à Bíblia. Vejamos alguns textos bíblicos importantes para o nosso entendimento. Gostaria de começar com o clássico texto de Hebreus 11

    Observemos o texto:

    1-3 – “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. Pois, pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho. Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem.”

    Para alguns o texto quer dizer o mesmo que “Ora, a fé é certeza de tudo o que se espera, a convicção das coisas que não se vêem”. Embora os textos se pareçam, não é isso o que o autor está dizendo. Ele afirma que a Fé é a certeza das coisas que se esperam.

    Que coisas são essas? São coisas que SE ESPERAM. Não é qualquer coisa, mas as coisas que são esperadas porque D’us as prenunciou em Sua Palavra. O problema com a nossa “Fé”, é que queremos que a sua aplicabilidade seja para alimentar o nosso antropocentrismo (homem no centro). Por que Ela não pode ser concernente ao que D’us espera? Ou seja, a minha fé deve ser baseada no que Ele espera e não no que eu espero.
    “… E a convicção de Fatos que se não vêem.” (1)

    O texto aqui não afirma que são o trazer as coisas que não existem para a existência, mas a Fé é justamente a certeza de que os fatos existentes sejam cridos apesar de não os vermos. Ex.: O oxigênio existe, ele é um FATO, mesmo que ainda não esteja vendo, ele está lá. Isto é fé! A Palavra de D’us é assim também! Ela existe, é um FATO, ainda que não veja certas verdades aplicadas em minha vida, ou sociedade. Portanto, o Fato não é o que eu defino como Fato, mas o que é realmente Fato na Bíblia. Ex: o Perdão de D’us por meio de Yeshua (Jesus) é um fato. Quando você aplica esse perdão em sua vida, isto se torna Fé.

    Este verso 1 de Hebreus tem muito mais sentido quando recorremos para a origem no grego de Fé:

    Πίστις (pistis) – fidelidade, lealdade

    Quero convidá-lo a traduzir o texto usando no lugar de Fé a palavra Fidelidade, tendo em vista que são sinônimos.

    “Ora, a fidelidade é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. Pois, pela fidelidade, os antigos obtiveram bom testemunho. Pela fidelidade, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem.”

    Foi por esta Fidelidade que os Antigos alcançaram bom testemunho.  E justamente com essa visão o texto vai relatar a Fé (Fidelidade) dos antigos por todo o capítulo.

    Pensamento Positivo X Fé

    Ficando claro que a Fé não está associada ao pensamento positivo, podemos entender que não basta exercer o pensamento para sermos salvos em Cristo, mas é necessário que sejamos FIÉIS a Ele. Se não formos fiéis não seremos salvos.

    Isto vai mexer um pouco conosco porque exige de nós atitude para salvação, e neste pensamento Tiago afirma que a Fé sem obras é morta. O que ele está dizendo é que Fidelidade sem atitude não é Fidelidade. A fidelidade exige atitude.

    Muitos dos que se dizem salvos e não manifestam esta Fidelidade através de uma atitude real diante da sociedade, amigos e até mesmo consigo mesmo, não é salvo!

    Não basta “sentirmos” nossa salvação. Alguns se baseiam nos sentimentos para afirmar que estão convictos de sua salvação, mas isto é puro engano. A Fé exige que sejamos Fiéis a D’us e à Sua Palavra. Infelizmente há pessoas que querem ser fiéis porque são movidas por um único desejo: o de ser salvo. É muito perigoso quando buscamos uma salvação para nós mesmos ao invés de o Senhor ser o motivo de nossa Fé. Podemos ferir o coração do Pai.

    Quando recorremos para o Antigo Testamento, a palavra Fé em Hebraico é Emunah = Fidelidade. Os autores bíblicos tinham em mente que a Fé é Fidelidade.

    Que possamos reavaliar nossa Fé e colocar-nos numa posição de Fidelidade ao Senhor, porque sem Fidelidade é impossível agradar a D’us!

    Faça esta Oração:

    [Senhor, nesta semana aprendi que não é uma questão de convicção pessoal, e nem por um pensamento positivo, mas por uma vida de profunda obediência e submissão à Sua Palavra, pois é assim que me torno Fiel. Ensina-me o caminho da Fidelidade para que a Graça tenha sentido em minha vida, pois é pela Graça que fui salvo por intermédio da Fidelidade e isto é um Dom que veio do Senhor e não das Obras. Que o Senhor encontre em mim um servo fiel em Nome de Yeshua (Jesus), o Messias. Amém!]


    Leitura Semanal


    Domingo – Mateus 8:5-13

    Segunda – Hebreus 11 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Terça – Mateus 9:1-8, 19-22, 27-31 – Escreva o seu Comentário sobre os Textos

    Quarta – Mateus 14:22-33, 15:21-28, 17:14-21 – Escreva o seu Comentário sobre os Textos

    Quinta – Mateus 21, Tiago 2 – Escreva o seu Comentário sobre os Capítulos

    Sexta – Mateus 23 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Sábado – Romanos 3 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

     
  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 23/11/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: água, devocional, , , , , , , , leitura bíblica, , nascer da água e do espírito, novo nascimento, , , , ,   

    NOVO NASCIMENTO 

    PACTO JOVEM – Estudo Semanal

    Série: Doutrinas Bíblicas

    Pr.Valdemir Sarmento de Almeida


    NOVO NASCIMENTO

    Textos Base: João 3:3; 2 Coríntios 5:17;  Gálatas 6:15; João 3:6


    A experiência mais relevante da vida de alguém é, sem dúvida, o novo nascimento em Yeshua (Jesus), o Messias. Do mesmo modo que não podemos explicar para um cego o que seja “verde”, também é impossível explicar a alguém o que seja o novo nascimento em Yeshua (Jesus).

     

    1 – Não pode ver o Reino de D’us

    Ver o Reino de D’us, ao contrário do que muitos pensam, não significa entrar no céu quando morrer. Esta é apenas uma conseqüência futura do novo nascimento, mas não a conseqüência mais imediata. O significado mais imediato de “não pode ver o Reino de D’us” é a total falta de discernimento do quanto D’us está presente e reina efetiva e totalmente sobre todas as coisas. Quem não passou pelo novo nascimento, não consegue enxergar a atuação de D’us em soberano reinado sobre todas as coisas, desde as mais complexas até as mais simples, e principalmente, em sua própria vida. É uma situação de cegueira quanto à realidade espiritual.

    O renascido em D’us, ao contrário, consegue reconhecer e perceber a atuação de D’us em todas as coisas de sua vida. O renascido tem a experiência viva em seu coração do que as Sagradas Escrituras afirmam: “Reconhece-O em todos os teus caminhos”. O renascido, sem dúvida, consegue reconhecê-lO em tudo na sua vida, o que não ocorre com os não-renascidos.

    A experiência do novo nascimento, que tem como conseqüência o reconhecimento da presença viva do Reino de D’us, é o que traz consigo a paz e a confiança de ter D’us presente conosco continuamente, em todas as ocasiões e em todos os lugares. É uma nova realidade, tanto de existência, como de visão espiritual.

    O entendimento da palavra de D’us é como um descortinar da verdade aos olhos dos renascidos. Ver o Reino de D’us na nossa vida presente, é realmente adquirir uma nova natureza que consegue entender o que Ele diz, o que Ele quer, o que Ele faz e o que Ele planejou. A interpretação de “ver o Reino de D’us” como “estar presente no céu após a morte” é muito limitadora das reais dimensões desta realidade e fato. É fato que o novo nascimento nos capacita a estarmos um dia presente diante do trono de D’us nos céus; contudo, o Reino de D’us é eterno, não tendo início e nem fim, pelo que já existia antes de qualquer um de nós, e existirá para sempre. No momento atual em que vivemos, o Reino de D’us é um fato, como sempre foi, e para os renascidos em Yeshua (Jesus), o início é agora, já, no dia que se chama HOJE, e não depois de nossa morte apenas. Ver o Reino de D’us, em suma, é passarmos, desde já, a fazer parte de D’us e Ele fazer parte de nós, numa completa unidade e comunhão. Presença real, tanto no sentido de realidade como de realeza!

    2 – Nova criatura é …

    As escrituras falam acerca de dois homens: ADAM (genericamente tratando do ser humano) e YESHUA (JESUS). “Adam” é o homem natural, conforme o nascimento natural fruto da concepção no ventre de uma mulher. Embora o primeiro “adam” não tenha nascido do ventre de uma mulher, mas sim formado do “adamah” (barro do solo), genericamente a raça adâmica nasce do ventre da mulher. Nosso primeiro nascimento é segundo “adam”. Este nascimento natural, segundo “adam”, não nos confere nenhuma visão espiritual da realidade do Reino de D’us. Neste nascimento só temos percepção de coisas naturais que nos cercam. Nossa mente é um amontoado de perguntas sem resposta, como um cego que não consegue ver nada exceto o que pode apalpar ou provar.

    Nota: No hebraico, “adam” significa homem, pessoa ou indivíduo, segundo o dicionário de Abraham Hatzamri e Shashana More-Hatzamri, como o nome dado a uma espécie e não a um determinado indivíduo. “Adam” vem da palavra “adamah” que significa “terreno, chão”. O relato escritural informa que o ser humano foi formado do pó da terra (chão), pelo que a palavra “adam” usada para denominar a espécie humana, provém da palavra “adamah”. Ao contrário do que é amplamente falado e ensinado, “adam” não era o nome próprio do primeiro homem, mas sim a denominação da espécie humana. As escrituras se referem a um “adam” macho e um “adam” fêmea, o que nem sempre fica muito claro nas escrituras traduzidas, mas é muito evidente nas escrituras originais hebraicas. Algumas versões das escrituras em português traduzem “adam” como “o homem”, no sentido de “ser humano”, ao longo de muitos versos onde a palavra é citada, mas, surpreendentemente, num determinado verso o tradutor passa a traduzir “adam” por “Adão”, com letra maiúscula, como se fosse um nome próprio.

    No primeiro nascimento, segundo “adam”, nossa mente natural e nossa total cegueira espiritual, nos tornam muito receptivos a muito engano, muita mentira. Do mesmo modo que um cego, que não tem visão própria, aquele que só possui o primeiro nascimento também não possui visão espiritual própria. Acerca de assuntos espirituais, ele é um alvo fácil para o engano dos que lhe afirmam isso ou lhe afirmam aquilo, porque não consegue ver por si mesmo. A multiplicidade de religiões que cobrem a terra, hoje, é só o resultado desta cegueira espiritual completa, composta de pessoas e mais pessoas que apenas dão lugar ao engano pregado por outras pessoas que dizem ter visão espiritual, embora sejam tão cegas quanto elas. Cegos guiando cegos.

    Alguém me perguntaria nesta hora, por que razão deveria dar crédito ao que aqui escrevo? Eu respondo de uma forma muito simples: eu não quero que você aceite o que escrevo. O que eu realmente desejo é que você passe pela experiência do novo nascimento em Yeshua (Jesus), o Messias, quando então você poderá ver por si mesmo, e não precisará apenas considerar minhas palavras.

    Yeshua (Jesus) é o Messias, o Homem Espiritual, segundo o qual nascemos de novo. É no novo nascimento, segundo Yeshua (Jesus), o Homem Espiritual, que nós realmente conseguimos ver o Reino de D’us. O novo nascimento em Yeshua não é simplesmente uma “transformação”, mas na verdade, uma “nova criação”. É isso o que significa “nova criatura”.

    Yeshua (Jesus) é tratado pelas escrituras como o “último adam”, e também como o “segundo homem”. “Último adam” porque nEle se encerra toda uma geração de homens naturais, nascidos apenas da carne, fruto do ventre de uma mulher. Ele é o “segundo homem”, porque nEle uma nova criação se inicia, a geração dos homens espirituais, nascidos do Espírito de D’us, e não do ventre de uma mulher. (“Carne e sangue não podem herdar o Reino de D’us”).

    Yeshua (Jesus) é justamente o elo de ligação entre estas duas gerações. Como raça de adam, Ele nasceu de mulher, viveu segundo todas as nossas limitações naturais, e principalmente, se sujeitou à morte, como se pecador fosse, embora não sendo. Yeshua (Jesus) se tornou a ponte entre estas duas gerações, na verdade, a única ponte capaz de fazer com que alguém passe de uma geração para a outra. Como único elo de ligação entre as duas gerações, ele pode, e deseja, ser para nós o Caminho que conduz a todos de uma criação para a outra; da criação da carne para a criação do Espírito; da criação do pecado para a criação da justiça; da criação da morte para a criação da vida.

    Faça essa Oração:

    [Senhor Adonai, te agradeço pela oportunidade que o Senhor me deu do Novo Nascimento. Quero viver, a cada momento, o Teu Reino aqui na Terra. Não vou deixar que essa maravilhosa experiência seja “roubada” de mim, mas vou peço-te que me ajudes a guardar minha nova natureza em Jesus. Amém!]


    Leitura Semanal

     


    Domingo – Colossenses 3

     

    Segunda – João 3 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Terça – Jeremias 33 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Quarta – Gênesis 6 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Quinta – Deuteronômio 11 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Sexta – Deuteronômio 12 e 13 – Escreva o seu Comentário sobre os Capítulos

    Sábado – Isaías 12; Apocalipse 16 – Escreva o seu Comentário sobre os Capítulos

     
  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 17/11/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: aconselhamento, , doutrinas, , doutrinas dos apóstolos, estudo bíblico semanal, , , , , , lei e graça, ministração, pastor valdemir, pastor valdemir sarmento, , , , ,   

    SALVAÇÃO 

    PACTO JOVEM – Estudo Semanal

    Série: Doutrinas Bíblicas

    Pr.Valdemir Sarmento de Almeida

     

    SALVAÇÃO

     

     

    A Bíblia nos ensina que a Salvação é uma realidade por causa da Graça de D’us que vem pela Fé – Ef.2:8; At.15:11

    Mas a pergunta que devemos fazer para dirigir nosso estudo desta semana é:

     

    SERÁ QUE VOCÊ É SALVO?

     

    O que é salvação? Como saber que realmente somos salvos? Será que podemos nos enganar quanto à convicção de nossa salvação? Estas são algumas perguntas que estarão sendo respondidas nesta semana de reflexão!

     

    1. 1. A Salvação é um livramento para todo o que experimenta a Graça de D’us. Muitos pastores ou líderes pregam que hoje a salvação é pela graça, mas na verdade a salvação sempre foi pela graça (hessed – heb.) de D’us.

     

    Mas ser salvo de que? A Bíblia afirma que TODOS PECARAM – Rm.3:23 e Is.59:1,2

    Mas para saber que pecamos, precisamos definir o que é pecado. 1Jo.3:4 temos a resposta sobre o Pecado – “…pecado é a transgressão da Lei…”, portanto, temos um conceito muito importante ensinado pelos apóstolos e que não pode ser perdido. A Salvação sempre foi pela graça desde o início. Noé, Abraão, Abel, Isaque, Jacó, Moisés, etc…, todos foram salvos pela Graça e não pela Lei, mas a transgressão da Lei gera morte, porque o Salário da Transgressão da Lei (Pecado) é a morte (Rm.6:23).

    A Lei serve para descriminar o Pecado e a Morte. Ela nos ensina o que é errado. Por esse motivo D’us precisava resolver o problema da transgressão da Lei. Como foi o homem quem pecou e a ele foi dado o domínio sobre toda a criação, somente o homem poderia restaurar o que fez, mas como não existe nenhum homem bom, o Senhor resolveu enviar um Homem a Sua Imagem (assim como o primeiro Adão) – Col.1:13-16, porém, sem pecado, pois Ele foi gerado do Espírito Santo.

     

    1. 2. Somos salvos para um propósito maior que ir para o Céu.

    Tem muita gente buscando sua salvação para ir pro Céu, mas a realidade do Céu é para quem entende que foi chamado para viver o Reino de D’us hoje, aqui na Terra. Somente o Obediente pode viver a realidade celestial hoje.

    A Salvação nos é dada pela Graça (hessed – misericórdia, perdão) de D’us para que possamos viver uma vida de Obediência. Esta foi a característica de Jesus – Fl.2:8, Rm.5:19, Rm6:16, 1Pe.1:22. E também deve ser a nossa.

    Então, podemos concluir que a Salvação tem o Propósito de nos tornar Obedientes para que a Vontade de D’us seja feita na Terra, assim como no Céu. Isto quer dizer que se assumimos uma convicção de que somos salvos, mas andamos em desobediência, certamente a Salvação em nossa vida é um sério engano.

     

    Fomos livres para Obedecer e não para escapar do inferno. Quando experimentamos a Graça de D’us, é porque agora podemos refazer nossa vida sem o peso da transgressão da Lei. Podemos Obedecer e saber que Ele se agrada de nossa Obediência.

     

    1. Não basta sermos salvos, temos que ser obedientes.

     

    Quando nos tornamos obedientes, cumprimos o nosso propósito de existência. Mas o que devemos Obedecer? A Bíblia afirma que a Lei foi dada para nos justificar em Cristo – Rm.2:13. Cristo me perdoa da desobediência e coloca em mim o Seu Espírito para que eu continue uma vida de Obediência às ordens de D’us através de Sua Palavra. Por este motivo Jesus declara que nós temos condições de viver além da Obediência da Lei pregada pelos escribas e fariseus (Mat.5:17 em diante; Lev.5:17; Sl.119:10,11).

     

    1. 4. Pelo Fruto a Árvore é Conhecida – Mat.12:33

     

    A Salvação é pela Fé, e Fé, ao contrário do que se entende, está diretamente associado à Fidelidade ao invés de um mero pensamento positivo.

     

    Como Jovens temos de reavaliar nossa postura espiritual e assumirmos uma Fé (Fidelidade/Obediência) consistente ao Senhor e à Sua Palavra. Crer nessa Palavra implica, necessariamente em mudança de atitude. Que sejamos assim, em Nome de Jesus!

     

    Faça essa Oração:

     

    [Senhor Adonai, eu te agradeço pela tua graça que trás a Salvação, e é por ela que fui salvo para uma vida de obediência plena por causa do Espírito que habita em mim. Faze-me, a partir de hoje, viver essa Obediência, ensinando-me os Teus Caminhos e os Teus Mandamentos em Nome de Jesus. Amém!]


     

    Leitura Semanal


     

    Domingo – Is.60:10-22

    Segunda – Romanos 3 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Terça – 1Coríntios 15 – Escreva o seu Comentário sobre o Capítulo

    Quarta – Sl.119:1-48 – Escreva o seu Comentário sobre o Texto

    Quinta – Sl.119:49-104 – Escreva o seu Comentário sobre o Texto

    Sexta – Sl.119:105-144 – Escreva o seu Comentário sobre o Texto

    Sábado – Sl. 119:145-176 – Escreva o seu Comentário sobre o Texto

     
  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 03/11/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: amante, , , casais, , conjuge, crise familiar, divórcio, , ferida ca alma, marido e mulher, noiva, noivado, noivo, novo casamento, relacionamento conjugal, vida de casado   

    ATÉ QUE A “GLÓRIA” NOS SEPARE 

    casal_brigando_

    Tenho acompanhado, ao longo dos meus 13 anos de ministério a vida de muitos casais. Especialmente os mais jovens e o que tenho visto é surpreendente. Fico extremamente assustado em me deparar com a triste realidade de que muitos jovens não estão preparados para casar e mesmo assim, assumem tão importante compromisso diante do Altar do Senhor.

    Como conseqüência, muitos tem desistido do santo matrimônio e em também da fé. Vidas são maculadas com o divórcio e uma ferida sem precedente é aberta na alma dos cônjuges. Mas a que se deve tão perturbadora realidade? O que fazer para reverter este quadro? E por que tem aumentado drasticamente o número de divórcio nas Igrejas? E o mais importante de tudo: Qual deve ser a postura da Igreja diante desta calamidade? Aliás, o que a Igreja tem feito para curar este mal que assola nossas comunidades e sociedade brasileira?

     

    A primeira coisa que temos que ter em mente é se o casamento é algo ultrapassado. Se olharmos dentro do contexto de nossa sociedade pecaminosa, certamente não cabe mais o matrimônio. Hoje mesmo, estive passeando em um shopping da cidade, quando uma cena de um veículo me chamou a atenção. Estava sendo exposto um veículo compacto, o mais compacto que já vi, a um preço de um veículo de grande porte. A primeira coisa que me veio a mente era que aquele veículo não teria venda porque o brasileiro certamente iria optar pelo veículo maior para comportar a família…, mas que família? Era exatamente por esse motivo que aquele veículo teria vendagem no Brasil, pois ele vai suprir muito bem a necessidade de um indivíduo.

     

    A família está se desfacelando justamente porque o homem se tornou tão egoísta que já não mais se preocupa em viver em sociedade. Até o seu meio de transporte pode ser para no máximo duas pessoas. Tudo para o bem estar do indivíduo e não para a sociedade. Onde estamos?

    Os filhos estão sendo preparados para cuidar de suas próprias vidas e o próximo é apenas alguém que cumprimentamos e, quando muito oramos, nas reuniões de culto. As moças já não estão preparadas para cuidar do maior patrimônio que D’us lhe deu, a Família. Agora o que realmente impera é a própria Glória.

     

    Todos nós não estamos medindo esforços pelo nosso bem estar. Estamos fazendo todo o sacrifício para que possamos nos dar bem na vida. Desde pequenos, somos treinados a competir no mercado de trabalho e somente assim poderemos alcançar felicidade. A vida espiritual e o relacionamento com D’us são meros coadjuvantes diante da vida que estamos conquistando com o nosso próprio braço.

     

    Não nos resta outra coisa senão a nossa própria felicidade. Mas a grande decepção é saber que quando se chega lá, a felicidade não está lá.

    E trazendo isto para o casamento, teremos a mesma triste realidade.

    Muitos fazem juras de amor no altar com a convicção de que aquela pessoa linda, será a responsável por fazê-la(o) feliz, porque o que interessa é a própria Glória, mas, em hebraico a raiz da glória humana é VAZIO. O que significa que todos os que fazem alguma coisa para a sua própria felicidade, certamente se frustrarão, porque a verdadeira felicidade está em viver a vida como Yeshua viveu. Ele se doou até a morte e morte de Cruz. Não por causa de uma religião, mas por causa de um amor completo, pleno, o Amor de D’us.

     

    O que nos falta, como sociedade, é esta visão da felicidade no outro que perdemos ao longo da vida. Muitos casamentos são destruídos por causa da Glória individualista que os casais estão tendo. Estava caminhando no parque de minha cidade, quando diante de mim um casal novo com um bebê de aproximadamente 1 aninho, estava discutindo quanto tempo deixariam a criança na casa dos pais dela (o casal aparentava ter boas condições, pois moram em uma região nobre da cidade). Eles estavam sem tempo para educar a criança e por isso estavam querendo deixar com os pais.

    Ainda no shopping deparei-me com uns três casais de idosos caminhando com seus netos. Tive a oportunidade de elogiar um deles por ter tirado um tempinho para caminhar com o neto no shopping, mas fui surpreendido ao saber que o filho havia deixado o neto morando com os avós por determinado período POR NÃO TER TEMPO PARA O FILHO.

     

    Esta é uma realidade atual.

    A Igreja está sendo vítima deste egocentrismo que tem assolado famílias e casamentos. Os maridos não estão se preparando para dar a sua vida pela esposa e nem a esposa para amar o marido e reconhecer que a sua casa é a maior riqueza que ela possui.

    Esse caos é uma realidade! Chega de destruição!

    A base de um casamento não pode ser atração sexual ou física, mas o profundo desejo de amar o próximo como a si mesmo, de servir com a própria vida.

     

    Os principais valores do indivíduo estão sendo jogados pela lixeira e somente a Igreja pode reverter este quadro tocando sua “trombeta” com todas as forças. Vamos denunciar este egocentrismo. É tempo de aprendermos que o próximo é a nossa prioridade.

    Somente assim o Reino de D’us se manifestará em nossas casas e comunidades.

     

    Shalom sobre a sua vida e família em Nome de Yeshua Hamashiach.

    Pr.Valdemir Sarmento de Almeida

     
  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 14/10/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: , , anomia, , , cadeias, , , falsos cristos, , fidelidade, filadélfia, , fim dos dias, , final dos dias, , igreja cristã, iníquo, iniquidade, , , , , legalismo, liberdade, , , , prisão, quebra de maldição, sem lei, ,   

    A Igreja do Fim 

    prisão

    Sempre tenho me preocupado em ministrar a verdade sem ofender aqueles que discordam de mim teologicamente, mas sobre este assunto, não estou muito preocupado em ser politicamente correto. Isto se deve à emergente situação que nos encontramos atualmente.

    Estamos em caos e nesse caso, temos que ouvir e deixarmos ser impactados pela verdade. Por isso, espero que o Espírito do Eterno use minhas palavras para que você seja transformado e abençoado por esse artigo.
    A Igreja foi edificada na Festa de Pentecostes, mais precisamente, no último dia, conhecido como: Dádiva da Torá. Pela matemática Bíblica, no último dia de Pentecostes, seria o dia em que Moisés recebeu a Torá no Monte Sinai. Yeshua morreu na Festa de Páscoa e no último dia de Pentecostes, o Espírito Santo desceu em Atos 2. Isto nos trás uma revelação muito importante. O Espírito Santo está diretamente ligado em às Leis de D’us.
    A Igreja tem uma função importante de cumprir a Lei assim como Yeshua a cumpriu (Mt.5:17 em diante). Os mandamentos  caracterizam os obedientes que por sua vez são a credencial de quem Ama ao Senhor (Jo.14:21).

    Mas a igreja Laudicéia (evidenciada nos Fins dos dias) é caracterizada pela adoração ao iníquo. O que significa isso?

    No grego a palavra INIQUIDADE = ANOMIA, que significa, literalmente, SEM LEI.

    Muitos estão buscando um messias sem Lei, e quanto menos Lei maior a sensação de liberdade. Mas isto nunca foi o propósito de D’us.

    A Lei se manifesta com o sentido de que a Justiça seja estabelecida e se não houver lei, haverá iniquidade e iniquidade é pecado.

    Yeshua está diretamente ligado à Lei, até porque Ele é a Lei. Ele é a própria Torá encarnada. Ele nunca fez uma Lei própria, mas cumpriu a Lei do Eterno. Mas a Igreja se quiser adorar ao Eterno, deve cumprir a Lei como Ele a cumpriu.

    Cuidado!!!!

    A Igreja está querendo um messias para a livrar da Lei!

    Muitos se desculpam em versos mal interpretados de Paulo, dizendo que Cristo nos livrou da Maldição da Lei. Isto é uma verdade, mas não significa que a sua interpretação esteja correta por alguns exegetas contemporâneos. Paulo não disse que Cristo nos livrou da Lei, mas da maldição. O que ele afirmou é que todos nós estamos amaldiçoados por termos uma natureza ANOMA. Mas D’us, em Cristo, nos libertou dessa maldição para que fôssemos livres para cumprir a Lei do Eterno.

    Isto não é muito difícil de compreender até porque temos o exemplo de nosso Governo.

    Imaginemos que a maldição fosse uma penitenciária do Estado. Certamente, não é plano do Governo nos encerrar em uma cela, mas todos os que quebrarem as Leis do Governo, serão penalizados com a detenção. somente se for livre o cidadão poderá provar se realmente está arrependido e pronto para ser reintegrado à sociedade.
    Foi exatamente isso que Cristo fez! Ele nos libertou não para que pudéssemos ser livres de responsabilidades da Lei, mas para que pudéssemos OBEDECER a Lei do Eterno. E a Igreja que irá se encontrar com Ele é essa Igreja que se submete à Sua Lei. Assim como a esposa se submete ao marido a Igreja se submete a Cristo.

    Não há liberdade de Lei!

    Nunca houve nenhum discurso apostólico neste sentido. Pelo contrário, Cristo nos afirma que no fim dos dias o amor de muitos se esfriaria. Como saber que o amor se esfria, se o amor não pode ser medido? E muito menos sua temperatura? Certamente Ele está se referindo à disposição de obediência à Torá (Lei, Instrução), porque aquele que tem os Seus Mandamentos E OS GUARDA, esse é o que o AMA.

    Não há negociação! Temos que nos voltar aos mandamentos, às Leis de D’us, para que sejamos distinguidos da igreja ANOMA (sem lei).

    Esta mensagem precisa ecoar muito bem aos nossos ouvidos para que possamos estar conscientes do caminho que escolhemos!

    Que você escolha o Caminho da Obediência em Nome de Yeshua Hamashiach.

    Pr.Valdemir Sarmento de Almeida.

     
  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 27/09/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: , , , , contrição, convocação, , cristãos, Eterno de Israel, festa, festas bíblicas, iom kipur, , , , , lamento, , perdão, santa convocação, sucot, sukot, tabernáculo, tabernáculos, , , yom kipur   

    YOM KIPUR 

    Yom Kipur

    Em Levítico 23 temos uma ordenança de estatuto perpétuo (v.31). Mas para muitos há uma dificuldade de entender o verdadeiro sentido dessa santa convocação. Para a comunidade cristã há um falso engano de que esta festa é uma determinação para o povo judeu no passado, e que hoje não há mais sentido. Para a comunidade judaica também há um discernimento de que essa convocação é para uma reflexão dos erros cometidos durante o ano que se passou. Mas o Yom Kipur é uma santa convocação para se fazer expiação (Yom Kipur – Dia do Perdão).

    D’us sempre está disposto a nos perdoar, a qualquer tempo de nossas vidas, porém, se faz necessário separarmos um tempo para o arrependimento, isto porque os nossos pecados não são insignificantes para D’us. Talvez a comunidade cristã interprete que essa festa não tem muito sentido por Cristo ter sido feito expiação pelos nossos pecados. Concordo em parte com esta linha doutrinária, pois, Cristo se fez a expiação pelos nossos pecados (Hb.9:19-28).

    No Dicionário da Bíblia de Almeida – 2a.Edição – Versão Eletrônica – 2005, apresenta um conceito de Expiação:

    “O perdão dos pecados daqueles que se arrependem deles e os confessam, acompanhado de reconciliação com Deus, através do SACRIFÍCIO de uma vítima inocente. No AT a vítima era um animal, figura e símbolo do Cristo crucificado AT Antigo Testamento Kaschel, W., Zimmer, R., & Sociedade Bíblica do Brasil. 1999; 2005. Dicionário da Bíblia de Almeida 2ª ed. Sociedade Bíblica do Brasil”

    Essa data nos fala da necessidade que todos temos de arrependimento. Por isso é um estatuto perpétuo. E por ser perpétuo não pode ser invalidada em nome da Nova Aliança, mas hoje tem muito mais importância por haver uma possibilidade real de arrependimento por causa do sangue de Yeshua.

    Mas o Yom Kipur também é uma data importante por nos unirmos em torno da intercessão pelo próximo. É tempo de apresentarmos a D’us nossos familiares, amigos, irmãos, nação, etc… aos pés do Senhor.

    Nos põe em posição sacerdotal de verdadeiros intercessores. É tempo de Arrependimento e Quebrantamento, é tempo de Intercessão, é tempo de Yom Kipur em Yeshua Hamashiach.

    Esta santa convocação nos apresenta o Messias de Israel vivo em cada coração que confessa o Seu Nome. Yeshua disse quando avistou Jerusalém:

    Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir teus filhos como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta. E em verdade vos digo que não mais me vereis até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor! (Lc.13:34-35)

    Essa convocação é o tempo em que Israel volta a dizer: “Baruch Habá B’Shem Adonai” (Bendito o que vem em Nome do Senhor).
    Porque somente depois dessa confissão, Israel verá o Senhor para celebrar a maior festa de todas, a Festa dos Tabernáculos – O Senhor habitando entre nós! Aleluia!
    Que o Senhor nos direcione nessa Santa Convocação de Arrependimento e Contrição e que nos leve a Interceder para que o pecado seja definitivamente arrancado de nossos corações e vida para que um novo tempo nasça fazendo vislumbrar o Grande Momento de Tabernáculos sobre cada um de nós!
    Um Yom Kipur de muito Arrependimento e Contrição a todos em Nome de Yeshua Hamashiach
    Pr.Valdemir Sarmento de Almeida
     
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