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amor, bíblia, comunhão, cristianismo, Deus, doutrina, estudo bíblico, fé, história do cristianismo, igreja, jesus, judaísmo, reforma, religião, teologia, Yeshua
Pr.Valdemir Sarmento de Almeida
1Co.1:10-17
“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer. Pois a vosso respeito, meus irmãos, fui informado, pelos da casa de Cloe, de que há contendas entre vós. Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo. Acaso, Cristo está dividido Foi Paulo crucificado em favor de vós ou fostes, porventura, batizados em nome de Paulo? Dou graças [a Deus] porque a nenhum de vós batizei, exceto Crispo e Gaio; para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome. Batizei também a casa de Estéfanas; além destes, não me lembro se batizei algum outro. Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo.”
1Co.3:1-9
“Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais. Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem? Quando, pois, alguém diz: Eu sou de Paulo, e outro: Eu, de Apolo, não é evidente que andais segundo os homens? Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um. Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. Ora, o que planta e o que rega são um; e cada um receberá o seu galardão, segundo o seu próprio trabalho. Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós.”
Comecei minha jornada de buscar a Cristo aos 11 anos de idade, naquela época tive muitos conceitos que iam sendo formados em mim pela tradição dos mais velhos e que depois foram sendo confrontados com a Palavra da Verdade e tiveram que sofrer transformação ou até mesmo serem “deletados” de minha mente.
Hoje tenho 36 anos e tenho percebido que ainda caminho trilhando desta mesma maneira. NADA MUDOU!
O que tenho descoberto nesta caminhada é que a única coisa que nunca mudou é a Palavra da Verdade. Portanto, toda formulação teológica interpretativa contemplada pelo homem é passível de transformação, isto não é problema, porque TODOS TEMOS UMA VISÃO PARCIAL DA VERDADE.
Muitos pastores e líderes no Brasil tem me procurado para ouvir uma palavra de conselho, mas o que tenho percebido é que isto é resultado de um grande desgaste teológico no cristianismo, devido a fragilidade da revelação em suas doutrinas. Os teólogos cristãos acreditam que o cristianismo é a solução de Deus para as nações, porquanto que os judeus acreditam que o judaísmo é a solução de Deus para as nações a partir de Israel. Mas o cristianismo foi sendo formulado com base nas revelações humanas, bem como o judaísmo. Mas o grande segredo que vejo nesta “muvucada” toda é que Deus usa tudo isso para continuar sendo Senhor Soberano.
O Evangelho me ensinou a servir gregos e troianos, cristãos e judeus, e tenho aprendido com ambos. Mas não vejo que houve grandes revelações para avivamento no Talmud e nos rabinos assim como não vejo grandes revelações em Lutero ou Calvino, mas o que tenho aprendido é que a Palavra de Deus deve ser a nossa real e verdadeira revelação. E para ser sincero, acho até que os “pais da Igreja” não entenderam o propósito do Evangelho, assim como acontece com os judeus!
Mas parece que temos que escolher entre estes dois caminhos!
Meus amados, não tem que ser assim, não existe apenas dois caminhos! Nunca houve. Sempre houve uma história de gente que amava a Palavra da Verdade e que nunca teve de viver sob a bandeira de Rashi, Lutero ou Calvino. Não temos que ser “filhos” deles!
Cristo tem dificuldade de ser Messias até hoje no judaísmo porquanto que também no cristianismo! A teologia reformada tem dificuldade em entender a Soberania de Deus sobre maldição e liberdade do homem. Acham que nossas escolhas estão presas ao destino preestabelecido de Deus para cada um, pois do contrário, isto vai interferir na Soberania do Eterno!
Nossos caminhos foram por Ele criados. Se há o caminho da benção e da maldição é porque Ele criou ambos! Da mesma forma, se as correntes se formam por causa da Palavra de Deus, temos que saber que tudo é por Ele criado – o judaísmo e o cristianismo ainda precisam aprender de Cristo!
Cristo não se submete às interpretações de Rabinos ou Teólogos!
Israel foi canal para trazer a Palavra de Deus até a nós (as nações), mas o Centro é Cristo. Ele é judeu! Ama o povo judeu, mas não faz acepção de pessoas. Ele chamou a todos! Não há preferidos e muito menos preteridos! Isto por alguns motivos muito simples:
Porque “Deus não faz acepção de pessoas” (Rm 2:11).
Porque Jesus “é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” (1 Jo 2:2).
Porque “Cristo morreu pelos nossos pecados” (1 Co 15:3) e a eficácia do Seu sangue é poderosa para salvar todos os homens”(1Jo 2.2), mas só eficiente para lavar os que n’Ele crêem. “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo” (At 16:31).
Porque “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome” (Jo 1.12).
Porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Rm 10:13).
Porque Jesus disse as multidões: “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz e siga-me” (Mc 8:34).
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).
“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt 2.11-12).
Porque Deus não tem prazer na morte do ímpio, pois seu desejo é que se converta e viva (Ez 18.23).
Porque Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2.4),
Porque Deus “não quer que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se” (2Pe 3.9)
Portanto, só me resta sonhar um sonho que interpreto como sendo de Deus! Que o cristianismo e o judaísmo se converta à Cristo e deixem Ele ser Senhor sobre todas as coisas. Deixemo-lo ser Senhor sobre as bênçãos e sobre as maldições, sobre os erros e acertos e também ser Senhor sobre a nossa Liberdade de Escolha porque as opções que temos são todas criadas por Ele.
Muitos calvinistas, wesleyanos, luteranos e etc… teem abandonado sua fé para se tornarem judaizantes e em contrapartida muitos judeus também teem abandonado sua fé para se tornarem cristãos! A Verdade não se revelou plenamente ainda, portanto, não podemos fechar a porta que atravessamos, porque tudo foi sendo gerado por Deus para nos fazer entender que não sabemos nada e que precisamos ser como crianças. Talvez seja isso o que Paulo queria nos ensinar!
Que o Senhor nos abençoe e nos faça entender que Cristo não é Judaísmo e nem Cristianismo!
Pr.Valdemir Sarmento de Almeida
Apenas um aprendiz!

Valdemir,
Um trecho de seu texto precisa de tratamento: “até que os “pais da Igreja” não entenderam o propósito do Evangelho, assim como acontece com os judeus!” honestamente, será que foi isso mesmo que vc quis dizer? Os judeus não quiseram Jesus, agora dizer que Tertuliano, Agostinho e outros não entenderam o evangelho, acho que foi um pequeno exagero. Você já deu uma lidinha no Civitas Dei? Vale a pena…
Tenho outras objeções sobre seu texto, vou pensar , escrever e te falo.
Abração,
Igor
Rapaz! Que Masturbação metal! Desculpe a sinceridade. O que importa se Tertuliano, Agostinho, Calvino e outros entenderam ou não o Evangelho? O aue muda isto em nossas vidas hoje. Irmão, menos meu caro, menos.
Não sei se você chegou a ler meu artigo, mas eh justamente disso que ele trata. O que realmente importa eh o Evangelho pregado a Luz da Palavra sob a direção e instrução do Espirito Santo. Mas mesmo assim, agradeço seu comentário. Continue opinando pois sua manifestação sempr.e eh bem vinda.
Pr. Valdemir – autor do artigo
Não sei se você leu este texto que publiquei: http://pensarigor.blogspot.com/2010/11/restauracionismo-e-negacao-da-tradicao.html e este http://pensarigor.blogspot.com/2009/12/cristianismo-sim-algum-problema.html penso que colocar judaísmo e cristianismo lado a lado como se ambos tivessem problemas equivalentes é uma questão a ser debatida. Por um problema simples, se Cristo é central, a diferença abismal entre ambos os movimentos é que o cristianismo está em absurda vantagem pois defende e sustenta Jesus (com falhas ou não) até as últimas consequências, o judáismo por sua vez é ótimo, mas morre na praia por não admitira a essencialidade e a centralidade de Cristo. O Cristianismo é cristocêntrico, já o judaísmo… Tem um monte de coisa legal no judaísmo, mas não tem a revelação máxima de Deus na histórica – Jesus. Quanto ao cristianismo, tem o evangelho, tem a ceia, tem o batismo e tem a pregação, tudo que comunica quem é Jesus. Você não acha que esta é uma diferença absurda? Equiparar as duas tradições seria um problema grave, não acha?
Só para avançarmos nossa conversa… mas, por favor, continue escrevendo.
Em Jesus,
Igor
Oi amigo! Primeiramente gostaria de externar minha saudade de vocês. Espero poder revê-los em breve. Quanto ao artigo citado, é claro que sua opinião é muito importante, mas não creio ter me equivocado, pois não vejo o cristianismo levantando Cristo como Ele realmente merece ser levantado. Em nome de Cristo houve mentira, houve morte, houve guerra pelo Poder. A história do cristianismo está regada de trevas. É cclaro que nem tudo no cristianismo é mentira, mas não sei se chega a ser cristocentrismo. Os simbolos cristãos não são cristãos, mas praticados inicialmente no judaismo, tendo revelação na Igreja ainda judaica, pois foram os discípulos judeus que participaram da ceia do Senhor, foram os discípulos que praticavam o batismo, aliás, o cristianismo enfraqueceu a idéia original de batismo! O batismo ensinado ainda na proclamação do evangelho. Não havia apela, mas o esclarecimento de que aquele que cresse, fosse imediatamente batizado. Não quero levantar a bandeira do judaismo, mas esses elementos judaicos foram manipulados na história pela Igreja. Os elementos judaicos também comunicam Cristo, mesmo sem eles conhecerem o evangelho. Porque não depende de quem quer ou de quem corre, mas de Deus usar de misericórdia. Negar o cristianismo não é negar a Cristo! Cristo não prometeu e nem trabalhou por formar cristianismo a ninguém! Houve verdades, mas também houve mentiras! temos que tomar muito cuidado com certas afirmações! Essa também é a minha percepção.
A centralidade de Cristo está em entendermos o Evangelho e isso depende do Espírito e da Palavra da Verdade de Deus em nós.
Não temos que ser influenciados pela ótica do cristianismo como verdade absoluta até porque, os “pais da igreja” surgiram posterior à formação da igreja católica.
Para concluir, vejo no Antigo Testamento, uma revelação de Cristo, no Tabernáculo, na Páscoa, na Torá, nos elementos judaicos, mas não no judaismo. E vejo Cristo se revelando em carne nos evangelhos e o vejo hoje sendo revelado na Igreja como era revelado no passado. Antes é como hoje! Não é judaismo ou cristianismo, mas Cristo nos elementos bíblicos! Cristo fundamentalemente ensinado em Sua Palavra. Por isso, não pode ser o cristianismo e nem o judaismo quem tem que determinar nossa postura espiritual, mas o Senhor através da Igreja.
Obrigado pelo comentário, e estou à disposição para debate.
Certamente continuarei postando minhas opiniões no blog! Aguarde!
Pr.Valdemir Sarmento
Olá Valdemir,
Pois é, temos que nos encontrar.
Para que a conversa se torne produtiva, vamos ponto por ponto:
Você disse: “Em nome de Cristo houve mentira, houve morte, houve guerra pelo Poder. A história do cristianismo está regada de trevas.” mano, reduzir cristianismo a isso, como diz N.T. Wright é uma covardia. Interessante, que a afirmação que o cristianismo é “guerra”, “morte” e “mentira” coaduna com o discurso ateísta. Isso que ninguém entende. Quando afirmamos isso do cristianismo, sem ler sua própria história de forma competente, estamos sendo um com o movimento iluminista e o humanismo ateu. Foram estes movimentos que se esforçaram para desmoralizar a Igreja. Valdemir, eu tenho descoberto que muitas das críticas feitas a Igreja, são fruto exagerado ou de judeus ressentidos, que só veem coisas sombrias no cristianismo, ou são ateus. Me assusta ver cristãos reproduzindo este discurso. Por um motivo simples – e aí entra o ponto que não achei preciso em sua afirmação – você coloca a exceção do cristianismo como regra e não o contrário. As trevas, a guerra e erros em nome de Cristo foram exceções, carentes de reforma, o que já aconteceu. Mas, o número de feitos grandiosos são infinitamente maiores. Cara, você precisa ler urgente “Simplesmente Cristão” do N.T. Wright e “Cristianismo Puro e Simples” do C.S. Lewis (acho que este último você já leu) e a Ortodoxia de G.K. Chesterton, estes livros me fizeram ver o cristianismo com outros olhos. Me assustei, com o fato que estava reproduzindo o mesmo discurso que tem levado a Europa cristão ao secularismo, e não quero lá na frente, coadunar com um Brasil secularizado e materialista. O movimento da história é o mesmo.
Você sabe que eu tinha a mesma perspectiva que você sobre o cristianismo, eu o colocava em contraposição ao judaísmo. Mano, o judaísmo tem problema profundos. Depois de Yavnê/Jamnia as coisas ficaram pretas. O judaísmo descaracterizou-se completamente, para poder repelir Jesus e seus seguidores. Este judaísmo é estruturalmente baseado em um espírito de oposição sistemática à maior revelação de Deus da história: Jesus. Esta é minha denúncia.
O que tenho visto, é que no esforço de uma aproximação da fé cristã com a filosofia e cultura judaica, há um erro recorrente. Aprendi isto com N.T. Wright (anglicano, cristão, familiarizado com as fontes judaicas, sem com isso abrir mão de sua identidade litúrgica, a propósito professor convidado da Universidade Hebraica de Jerusalém). O erro é o seguinte, coloca-se o cristianismo em uma dignidade menor, alegando-se as atrocidades e erros históricos, como se o cristianismo estivesse reduzido a isto. E coloca-se o judaísmo bonitinho do outro lado, como uma religião inocente. Isto me assusta muito. E vi gente convertendo-se ao judaísmo por causa disso. Questionam e desconfiam de tudo que vem do cristianismo, mas não desconfiam de quase nada sobre o judaísmo. E aí de quem fizer uma crítica, se torna automaticamente antissemita. Isto é cansativo, honestamente.
Cara, o cristianismo é a religião dos santos, de homens que morreram em fogueira por causa de Cristo, alguns por denunciarem a idolatria, outros por proclamarem os 10 mandamentos em terras pagãs, o que seria o ocidente sem a grandeza teológica de Agostinho, a envergadura de Tertuliano, a sofisticação e fervor de Atanásio, do mestre das institutas João Calvino, ou Patrício da Irlanda, que comunicou o evangelho no mundo bárbaro da violência gratuita. O que seria o mundo sem William Willberforce que aboliu a escravatura, ou Martin Luther King que lutou pelos direitos civis americanos ou Mandela que acabou com o Aparthaid. Mano, isto é cristianismo. O cristianismo de John Wesley, de Johnatan Edwards e de Charles Spurgeon. Reduzir o cristianismo à inquisição e às cruzadas é anacronismo, preconceito religioso, falta de sobriedade histórica e principalmente, ao fazer isso nega-se uma nuvem absurda de mártires, testemunhas, santos, mestres, homens e mulheres, que morreram por Cristo. De fato foram bons cristãos por causa de Cristo, mas foram bons cristãos no cristianismo. Nenhum destes que citei estavam fora de um cristianismo confessional.
Entendeu? Vamos pensar juntos…. temo que perdemos o orgulho daqueles que pregaram Cristo e estamos importando o orgulho de uma comunidade que não é a nossa, que se esforçou por rejeitar Jesus e mais, o próprio formato do judaísmo moderno é fundamentalmente à imagem e semelhança desta rejeição. Isto que preocupa.
Diálogo judaico-cristão é complexo, não é simples. Na minha opinião, os melhores dialogadores destas duas tradições, como James Parkes por exemplo, eram cristão enraizados em sua própria tradição comunitária, que dialogavam, sem se deixar seduzir. Cristãos desenraizados caem na sedução.
Um ponto importante: claro que o cristianismo não tem opinião absoluta, mas tem a opinião de 2000 anos de história de homens que pensaram e defenderam a fé em Jesus, mal ou bem. No mínimo temos que ouvir o que nossos antecessores disseram. Quanto ao judaísmo, este sim, não tem qualquer credibilidade neste sentido, pois se esforçou em negá-lo. O valor que o judaísmo tem, honestamente, é meramente hermenêutico. Isto, cristãos durante a história reconheceram. O próprio João Calvino e Lutero liam Nicolas de Lyra um grande intérprete judeu-cristão leitor assíduo de Rashi. Até aí, sem problemas. Mas a relação é totalmente diferente.
Temo a leitura privada, temo o individualismo da fé, honestamente, está em tempo de lermos a Bíblia com outros, sem invenções. Uma leitura comunitária e histórica. Se houver alguma coisa sujeita à crítica, que certamente há, que seja de alguém que está dentro de casa (do cristianismo) e não de fora. Esta foi uma crítica que ouvi do Ariovaldo ao Caio Fábio.
Tenho esperança que você é um grande instrumento na mão de Deus, na denúncia aos formatos pseudo-cristãos que estão por aí. Mas, a resposta ainda está no evangelho e na centralidade de Cristo. Lembre-se ninguém lê a Bíblia livre de pressupostos, não há leitura neutra das Escrituras. Por isso, prefiro lê-la valendo-se de 4 princípios hermenêuticos: a própria escritura (revelação), o Espírito Santo (iluminação), a interpretação histórica (tradição) e o contexto sócio-histórico-cultural (informação). O judaísmo, só entra no último, mesmo assim, aquele do I século e não o rabínico.
Apenas quero que as coisas fiquem em seus devidos lugares…
Beijão mano… te amo!
Igor
Caraca! Que filosofança!