Parashá Chukát – Bamidbar (Números) 19:1 – 22:1
Haftará – Juízes 11:1-33
Bri’t Hadashá – João 3:10-21

A Palavra CHUKÁT significa preceito, decreto, estatuto, isto é, uma sentença de D-us, que devemos atentar sem questionar, mesmo que não consigamos entender o por que se serem instituídas pelo Eterno.
Esta parasha começa apresentando uma Chukát, a da Pará Adumá (Vaca Vermelha). Esta parashá ordenava que se abatesse uma Vaca Vermelha fora do Templo. As cinzas desta vaca, após queimada, eram misturadas com água de fonte e usadas para aspergir sobre as pessoas impuras.
Chukat é a porção da limpeza. Trata-se de limpar as questões em nossas vidas, tanto do presente, quanto do passado. Na verdade, esta semana é provável que velhas questões, velhas discussões e velhos filmes surjam novamente. Por quê? Porque temos a oportunidade de limpá-los. É uma dádiva tão grande! E quanto mais espiritual você for, tanto mais vai sentir isso.
Mas, a maior riqueza desta parashá é o discernimento de que não era o sangue ou a carne de uma vaca que tinha o poder de purificar Israel dos seus pecados, até porque, o Eterno não se alegra com a morte de animais. A torá nos deixa muito claro que tudo o que Ele criou é BOM. Isto inclui os animais. Então, se o sangue de animais não podiam purificar pecados, por que o Eterno apresenta a chukát da Pará Adumá? Porque a didática do Eterno é que à medida que pecamos, estamos matando a natureza. Os animais não são mortos por causa do eterno, mas, pelos nossos pecados.
O Eterno apresenta com Pará Adumá, o Messias. Ela é uma tipologia de Yeshua, que tem o poder de purificação de todos os pecados. Yeshua é a nossa “Vaca Vermelha”. Este animal se encontrava somente no deserto. É no deserto de nossos pecados que podemos encontrar a solução para o nosso maior problema, a desobediência.
Em Yeshua, temos a possibilidade de desfazermos a desobediência à Torá, e vivermos novamente como Filhos do Eterno, cumprindo a Torá. Até porque Ele é a própria Torá.
B’Shem Yeshua Hámashiach
Pr.Valdemir Sarmento de Almeida
SHALOM !
PARABÉNS PELO TEXTO ,MAS AO ESTUDAR O ASSUNTO “PARÁ ADUMÁ”
VEJO QUE NÃO É UMA TIPOLOGIA DE YESHUA ; MAS O ETERNO NOS MOSTRA QUE TODA FORMA DE PURIFICAÇÃO SEM SER PELO SANGUE DO MASHIACH É INEFICAZ POIS ATÉ QUEM MINISTRAVA AS ÁGUAS PURIFICADORAS FICAVA IMPURO ATÉ A TARDE …E ATÉ MESMO O REI SALOMÃO NÃO ENTENDIA E NEM OS JUDEUS DE HOJE ! …POIS AINDA NÃO TEM A REVELAÇÃO QUE YESHUA HA MASHIACH !
Shalom amado! Tipologia não significa que era uma espécie de Mashiach, mas que Cristo e seu sangue são ilustrados nesta situação da Vaca vermelha. Mas agradeço o comentário e continue contribuindo conosco, pois sua opinião sempre é muito importante. Obrigado!
Gostaria de saber, no torá existe a palavra MERIVá. Diz o texto: O episódio de Moshê (Moisés) nas águas de Merivá….Traduza se possível, ficarei grato,
É uma cidade? È o rio Jordão?
Olá Luciano! Sim, na Torá existe a palavra Meribá – מריבה – Êx.17:7; Nm.20:13 e 24; 27:14; Dt.32:51; 33:8
É um lugar próximo ao Monte Sinai, onde D´us deu água para todo o Israel. Também ficava próximo de Cades-Barnéia onde D´us repetiu o milagre – NM.20:1-13
MERIBÁ = Significa RECLAMAÇÃO; CONFLITO; CONTENDA.
Estou à disposição para o que precisar! Shalom