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  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 12/06/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: ética, , espiritual, humanidade, , , , pensamento, princípios, , separação, unidade, valores,   

    DIFERENTES IGUAIS 

    É engraçado como as pessoas querem ser diferentes! Todo mundo quer ter um diferencial. Porque, na verdade, a diferença faz com que sejamos evidenciados e apreciados. Quem não resalta sua diferença diante dos outros acaba por ser isolado.

    As empresas buscam vender sua mercadoria com um diferencial para atrair clientes. As consecionárias procuram a cada ano um diferencial nos seus veículos. Até mesmo os consumidores buscam sempre ter coisas diferentes para se tornar personalisado, aliás, a própria palavra: personalisado, já conota a idéia de pessoa. Ser único é bom! É pessoal, é personificado!

    Isso só podia ser idéia do Criador que de uma forma muito peculiar nos diferenciou uns dos outros. Desde Adão, não há registros de iguais geneticamente (e naturalmente) idênticos. Cada um é um! Temos pensamentos diferentes, valores, diferentes, idéias diferentes, nos vestimos diferentes, enfim, somos diferentes.

    Mas o mais impressionante de tudo isso é que ao constatar que todos somos diferentes, buscamos e valorizamos as diferenças, acabamos por nos tornar todos Iguais.

    Porque pra ser ser humano, precisa ser diferente. E é isso que nos torna Iguais!

    Babel e Pentecostes = É o contraste entre os diferentes e iguais.

    Em Babel = Os Iguais tentam ser Diferentes

    Em Pentencostes = Os Diferentes se tornam Iguais.

    Que o Senhor, pelo Seu  Espírito nos faça viver a Plenitude de Sua Igualdade!

    P.S.: Sem deixarmos de ser Diferentes.

     
  • Valdemir Sarmento de Almeida 1:06 em 28/05/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: , , , diversidade, , , , , unidade, ,   

    DIVERSIDADE NA UNIFORMIDADE

    Pr. Valdemir Sarmento de Almeida

     


     

    Muito se tem falado sobre Unidade na Igreja. Tenho visto muito pastores, colegas, dar ênfase a esse tema, que, concordo ser de relevância à Igreja da modernidade.

    Mas se esse tema tem sido explorado, porque não temos conseguido avançar na Unidade?

    Fazendo uma reflexão mais profunda: Será que conhecemos ou sabemos como funciona a Unidade? Por que ela é necessária à Igreja? Será que a chamada Igreja de D’us vive em Unidade?

     

    Escolhi este tema por sempre observar que a ênfase dada pelos pregadores é justamente o contrário: Unidade na Adversidade. Mas se mesmo explorando esse tema, não conseguimos atingir a Unidade, decidi fazer o inverso na tentativa de chamar a atenção ao assunto.

     

    Temo o destemor ter contaminado nossos corações pela ausência do Espírito na Igreja. Talvez, neste primeiro momento possa parecer duro em minhas colocações, mas entendo ser necessário por causa da velocidade em que nos encontramos em oposição à Unidade.

     

    A primeira parte que gostaria de observar é que

     

    A Unidade é coisa de D’us e nasce em D’us, portanto, é para D’us.

     

    Se a Unidade é para D’us, então eu não posso pensar em mim (Jo.17:22-23), porque ela nasce em D’us, portanto Ele é o foco.

    Qualquer possibilidade de Unidade só se pode vivenciar Nele. Para isso dependemos do Espírito Santo. Em Babel houve uma tentativa de Unidade, mas ouve confusão (Babel), pelo simples fato de não ter sido o próprio D’us o gerador da Unidade.

    A Unidade tem que nascer em D’us e para D’us.

     

    Há uma motivação muito errada por parte de alguns líderes evangélicos. Eles acham que se tiverem uma Igreja bem unida, certamente esse será um perfeito cartão de visita para os incrédulos e isso fará com que sua comunidade cresça.

    D’us não tem compromisso com a comunidade local, porque Ele não tem compromisso com reuniões.

     

    Vamos entender isso melhor!

     

    D’us não assumi nenhum tipo de compromisso com ninguém, a não ser com Yeshua, Seu Filho. Tudo o que possuímos, é pelo simples fato de nos tornarmos Um com Cristo, portanto, Seu Corpo. Se somos Corpo de Cristo, logo somos Cristo na Terra. Tudo o que possuímos, na verdade pertence ao Filho. Até a Vida Eterna, que temos, é porque estamos Nele, pois a Vida é Dele.

    Portanto, qualquer tentativa de fazermos o que Ele fez, mas sem Ele, é pecado.

    O propósito da comunidade é o Senhor e não o contrário.

     

    Em segundo lugar,

     

    Não podemos confundir Unidade com Uniformidade.

     

    Muitos líderes acham que se ensinarem seus liderados a se portarem como eles, a agir como eles, a viver como eles, alcançarão a Unidade. Mas na verdade, isto é apenas Uniformidade.

    Há quem diga que se caminharmos muito juntos, talvez até mesmo todos os dias, ou nas casas em um pseudo discipulado, então, alcançaremos a Unidade.

    A Unidade não surge com fórmulas mágicas. Se ela acontecesse pelo simples fato de estarmos juntos todos os dias (como vimos a Igreja em Atos), então não teríamos divórcios nas Igrejas, pois os casais não estão somente juntos todos os dias, mas até moram juntos.

     

    O que temos são falsos conceitos de Unidade.

     

    A Unidade é característica de quem tem o Espírito do Senhor.

     

    Podemos nos vestir igualmente, falar com os mesmos trejeitos, usar a mesma teologia, mas se não tivermos o Espírito, certamente estamos nos enganando e trazendo sobre nós a desculpa de uma falsa Unidade.

     

    Amados, não podemos mais ser enganados pelas nossas próprias conclusões!  A Bíblia nos afirma que o Espírito do Senhor é o Agente da Unidade. Mas como saber se temos o Espírito?

     

    Em Atos 2:17 e 18, temos uma declaração do apóstolo Pedro. Ele afirma que na descida do Espírito santo, a profecia de Joel se cumpriu. E qual era a profecia?

    “Nos últimos dias derramarei do meu Espírito sobre toda a carne. Os vossos filhos e filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões e os vossos velhos sonharão sonhos….”. Logo, se os nossos filhos não estão profetizando (essa profecia não significa revelação, mas a sentença de juízo que a Palavra de D’us trás por meio do profeta), nem os jovens tendo visões e nem os velhos sonhando, certamente o Espírito ainda não nos alcançou.

     

    Temos que abrir mão de nossa religiosidade e nos arrepender por nem sequer termos o Espírito do Senhor em nosso meio. O arrependimento é o primeiro passo para chegarmos à glória de D’us.

     

    No verso 3 e 4 de Atos 2 diz que eles falavam em línguas CONFORME O ESPÍRITO CONCEDIA. Havia uma total dependência desses irmãos. Até a comunicação deles estava comprometida com D’us. Eles só falariam conforme o Espírito permitisse.

     

    A Igreja de Atos entendeu que o irmão era o mais próximo referencial de D’us que eles dispunham e por isso sentiam a necessidade de estar junto. Acredito ser esse o ponto chave!

     

    Havia NECESSIDADE da Igreja em estar junta. Porque os irmãos entenderam que o próximo era uma expressão de D’us maior que si mesmo. E à medida que estavam juntos, havia manifestação da Sherinah do Senhor. A fim de que essa Glória de D’us fosse vista pelos homens.
    Quando alcançamos este patamar, não precisaremos promover grandes eventos e muito menor de planos para crescimento. Tudo o que precisaremos é de espaço para acomodar os vão querer ser salvo a cada dia.

     

    O meu próximo é a única possibilidade que tenho de encontrar a D’us.

    E por isso Yeshua orou de uma maneira tão centrada por ela em João 17.

    Enfim, está diante de nós este desafio. Não da Unidade, porque ela vem de D’us e age em D’us, para a Glória de D’us. Mas para termos o Espírito e vivermos Nele. Não como achamos, mas como devemos viver.

    Que o Senhor nos abençoe e nos ajude a viver neste caminho em Nome de Yeshua.

     

    Pr. Valdemir Sarmento de Almeida

     
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