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Estudo de 2º Samuel

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A História do Rei da Davi – Neste estudo encontraremos alguns princípios relevantes para nossa vida espiritual. Vale a pena conferir!

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APOCALIPSE EM NÓS http://wp.me/pvfLg-7P via @icmv_ Pessoal, deem uma conferida nesta mensagem pregada ontem pelo Pr.Valdemir na Igreja

Fé Original

Pr. Valdemir Sarmento de Almeida

 

 

Estudar apocalipse para muita gente é um desafio gigantesco, mas também, um sonho espiritual que se realiza ao conseguir decifrar os seus inúmeros símbolos e enigmas. É assim que muita gente trata este livro. E por considerarem “difícil” de ler, muitos cristãos desistiram de estudá-lo, concluindo que somente os mais experientes é que poderão fazê-lo. Infelizmente, muitos líderes também não gostam de parar para esmiuçar os detalhes e as riquezas que apocalipse nos apresenta.

 

É triste ver que apenas uma pequena parcela dos teólogos, escolheu se “especializar” neste livro e são estes os convidados para ensinar nas instituições eclesiásticas.

 

Mas fica-nos a pergunta: Se era para ser assim, porque este livro foi escrito? Qual a sua finalidade? Porque a Igreja o considera difícil de entender? E porque os bispos escolheram este livro para o cânon?

 

 

 

Gostaria de tentar…

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APOCALIPSE EM NÓS

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Pr. Valdemir Sarmento de Almeida

 

 

Estudar apocalipse para muita gente é um desafio gigantesco, mas também, um sonho espiritual que se realiza ao conseguir decifrar os seus inúmeros símbolos e enigmas. É assim que muita gente trata este livro. E por considerarem “difícil” de ler, muitos cristãos desistiram de estudá-lo, concluindo que somente os mais experientes é que poderão fazê-lo. Infelizmente, muitos líderes também não gostam de parar para esmiuçar os detalhes e as riquezas que apocalipse nos apresenta.

 

É triste ver que apenas uma pequena parcela dos teólogos, escolheu se “especializar” neste livro e são estes os convidados para ensinar nas instituições eclesiásticas.

 

Mas fica-nos a pergunta: Se era para ser assim, porque este livro foi escrito? Qual a sua finalidade? Porque a Igreja o considera difícil de entender? E porque os bispos escolheram este livro para o cânon?

 

 

 

Gostaria de tentar desmistificar esses conceitos que rodeiam acerca de apocalipses. E o que gostaria de desconstruir é:

 

  1. É um livro que trata do futuro;
  2. É somente para quem já é experiente na vida cristã;
  3. Ele está selado para compreensão somente nos últimos dias.
  4. É difícil.

 

 

 

É muito interessante como este livro tem riquezas insondáveis que podem ajudar em nosso crescimento. Mas não podemos fazer agora um estudo detalhado, mas podemos dar um norte para que facilite sua compreensão e é exatamente isso que faremos.

 

Apocalipse se preocupa em dizer quem é o responsável pelas suas palavras logo no primeiro capítulo. É interessante observarmos que, até então, nas Escrituras Sagradas, D´us não se preocupa em convencer o leitor de que Ele é o Autor dos Livros Sagrados, apenas em Apocalipse, Ele o faz!

 

Note no primeiro versículo que a “Revelação de Jesus, que D´us lhe deu para mostrar aos seus servos…”.

 

D´us é a fonte da Revelação (Apocalipse) de Jesus Cristo. Exatamente porque Ele tem interesse em revelar seu próprio filho à humanidade.

 

Logo ele traz uma revelação às sete Igrejas.

 

 

 

E é sobre estas sete igrejas que gostaria de refletir com você. A maioria dos teólogos afirma que estas sete igrejas são uma referencia à Igreja cristã desde seu nascimento em Pentecostes até os últimos dias, da volta de Cristo.

 

Este entendimento pode ser verdadeiro e não me oponho a ele, mas também sei que este não é o principal foco do livro. Para entendermos melhor o que quero mostrar, gostaria de falar rapidamente sobre o significado de cada Igreja.

 

 

 

IGREJA – SIGNIFICADO E QUALIDADE

 

Éfeso – Desejável – Labor, perseverança, resignação no sofrimento pelo nome de Jesus.

 

Teólogos afirmam que é uma referencia à Igreja do 1º Século.

 

Esmirna – Amargura – Foi perseguida; és rica.

 

Teólogos afirmam que é uma referência à Igreja dos Séculos 100-312

 

Pérgamo – Muito Casamento – Igreja mundana – Conservou o nome de Cristo e não negou a fé

 

Teólogos afirmam que é uma referência à Igreja dos Séculos 312-600

 

Tiatira – Sacrifício contínuo – Igreja profana – Amor, fé, serviço, perseverança, últimas obras mais numerosas que as primeiras.

 

Teólogos afirmam que é uma referência à Igreja dos Séculos 600-1517

 

Sardes – Os que escaparam; remanescente – Igreja morta – sem qualidade

 

Teólogos afirmam que é uma referência à Igreja dos Séculos 1517-1750

 

Filadélfia – Amor fraternal – Igreja viva e missionária – guardou a Palavra de Cristo e não negou o Seu nome.

 

Teólogos afirmam que é uma referência à Igreja dos Séculos 1750 – até hoje.

 

Laodicéia – Direitos do povo – Igreja morna – sem qualidade.

 

Teólogos afirmam que é uma referência à Igreja atual.

 

 

 

Talvez o que tenha dito até agora não tenha sido nenhuma novidade, afinal, todos quantos se interessam por esse tema, certamente já tiveram a oportunidade de comparar as sete igrejas com as eras da Igreja Cristã, porém, quero chamar a atenção para um fato, muito importante, que não tem sido dado à este texto e que creio, ser de suma importância para nós.

 

Este texto de apocalipse, sobre as sete Igrejas, deve ser aplicado primeiramente a nós. É interessante olharmos para a História sob a ótica dela, mas é fundamental olharmos para a nossa vida. Quando fazemos isso, descobrimos uma riqueza muito maior para cada um de nós. APOCALIPSE EM NÓS foi o título que escolhi, com o objetivo de alertar-nos sobre a importância da aplicação dessas igrejas em nós.

 

 

 

E é isso que vamos fazer a partir de agora!

 

Vamos começar observando o significado e o problema de cada Igreja:

 

  1. Éfeso – Desejável – Mas perdeu o PRIMEIRO AMOR!
  2. Esmirna – Amarga – É posta à prova, PROVADA!
  3. Pérgamo – Muito Casamento – Sustentam a Doutrina de Balaão (comem comida sacrificada a ídolos) e dos Nicolaítas
  4. Tiatira – Sacrifício Contínuo – Tolera Jezabel
  5. Sardes – Remanescentes – Tem nome de que vive, mas está morta.
  6. Filadélfia – Amor Fraternal – Uma Igreja Irrepreensível – Não negou o Nome de Cristo
  7. Laodicéia – Direito dos Povos – Não é quente e nem fria – Se acha rica e plena

 

 

 

Observe como estas igrejas são um espelho, não somente da história da Igreja, mas, principalmente, da nossa própria vida!

 

Elas, na verdade, mostram quais são os passos que trilhamos rumo à apostasia.

 

 

 

A primeira coisa que nos acontece é a perda do primeiro amor. Quando somos inseridos no Corpo de Cristo, por meio do arrependimento e experimentamos o Amor de D´us, somos totalmente tomados por esse Amor e não queremos trocá-lo por mais nada. Mas à medida que o tempo passa e nos acostumamos com a Igreja, começamos a praticar as mesmas coisas, o amor vai se secando até que percebemos que fazemos determinadas coisas dentro do Reino que é por pura religiosidade. Quando acaba o Primeiro Amor, resta apenas a religiosidade. Note que a Igreja de Éfeso, aparentemente, não sofreu grandes consequências pela perda do amor. Quem olhasse para ela, diria: Essa Igreja é boa! Porque eles continuavam praticando as mesmas coisas que praticavam quando tinham o Primeiro Amor. Portanto, a perda do Primeiro Amor é algo interno que, em primeira instancia, não afetara absolutamente nada em sua vida e nem em sua manifestação comunitária.

 

Mas, Apocalipse alerta que isto é uma crescente e que a Igreja, quando perde o primeiro amor, vai evoluir para um estado de Esmirna (Amargura).

 

As coisas vão se tornando pesadas e de repente aquilo que era prazeroso, começa a se tornar um grande fardo, sobrepeso, na vida. Ao invés de nos tornarmos alegres e operosos triunfantes, sentimo-nos pesados e cansados. Já não há alegria e perguntamos a D´us se o nosso tempo passou. Achamos que o problema está sempre externo: nas pessoas, na liderança, em D´us (que deve estar me chamando para outra área), mas nunca em mim e na perda do Primeiro Amor.

 

 

 

A segunda Igreja é consequência da Primeira.

 

Mas ainda aqui não há sérias consequências. Alguns atribuem ao cansaço, mas continuam trabalhando e se envolvendo com o Reino de D´us, porém, sem ânimo algum.

 

Não pára por aí!

 
Após chegarmos ao estado de Esmirna (Amargura), nosso estado vai evoluindo para Pérgamo (Muito Casamento – Alianças) – Em decorrência do cansaço com aquilo que se está realizando no Reino de D´us, observe que, a Igreja que não percebe que seu problema está na perda do primeiro Amor, vai evoluindo em busca de uma pseudo-verdade. Pérgamo já é um estado perigoso, porque agora vai mexer com a sã doutrina da Igreja.

 

A doutrina de Balaão é a miscelânea da Igreja com o mundo, é o sincretismo relativo às atitudes e procedimento, perdendo ela assim sua pureza e santidade. Foi isso que Balaão fez a Israel, levou-os a se prostituírem com mulheres pagãs. Ele, que era profeta de Deus, se contaminou por causa do dinheiro e ensinou a Balaque (inimigo do povo de Israel), rei dos moabitas, a lançar tropeços diante dos filhos de Israel para contaminá-los. Assim, por conselho de Balaão, Israel profanou sua santidade e interrompeu sua peregrinação para a Terra prometida (Nm 25.1-3). Com isso eles estabeleciam um “clero” que ensinaria essa doutrina ao povo (nicolaítas = domínio sobre o povo).

 

Por isso, a Igreja de Pérgamo pensa: “Se algo está errado comigo, certamente é porque este evangelho não funciona, então, ao invés de eu me mudar, o melhor é mudar a doutrina da Igreja. É mais fácil crer naquilo que vai JUSTIFICAR minhas atitudes do que me render à Verdade”. Esse é o pensamento de Pérgamo!

 

Mas o problema é que essa atitude também vai continuar evoluindo à um estado mais complicado ainda.

 

 

 

Igreja de Tiatira – Sacrifícios Contínuos – Quando entramos em alianças doutrinárias com o mundo, achando que tudo é radicalismo e que o Evangelho bom é o que permite mais coisas e associações aparentemente inofensivas, mas que no fundo tem o objetivo de enaltecer e fortalecer as vontades do homem, essa condição evolui para uma situação de tolerância à Jezabel, como acontece em Tiatira, lugar de sacrifícios contínuos. Agora não há sacrifícios ao D´us de Israel, mas sacrifícios contínuos aos ídolos (próprio EU).

 

Porque, Jesus fala de tolerância à Jezabel? Jezabel é uma figura da rebeldia e oposição à Vontade de D´us. Mas também é um símbolo de perseguição ao Servo de D´us. Literalmente, Jezabel significa itzebel = exaltada por Baal. Baal = senhor; não no sentido de Adonai (nosso Senhor), mas aqui a ideia é de domínio, centralidade do EU. O EU exalta a Jezabel, aquela que adora/serve fielmente ao EU. Essa Igreja está envolvida consigo mesma, presa às suas próprias vontades e pessoalidades. Portanto, a pessoa que perde o primeiro amor, se não se arrepender, pode chegar à esse grau de Tiatira. Ela vai querer que as coisas girem em torno dela, vai querer que tudo seja de acordo com os critérios estabelecidos por ela. Ela nunca vai achar que está errada, mas que são os outros quem precisam mudar. Seu senso de justiça pessoal fala mais alto que a misericórdia e o Amor ao próximo.

 

 

 

Essa situação é extrema, como se a pessoa estivesse em uma UTI espiritual. E se esse quadro evolui ela pode se tornar a Igreja de Sardes (restam poucos) – tem nome de que vive, mas, ESTÁ MORTA.

 

Como a perda do primeiro amor é algo tão sério! Embora possa ser imperceptível aos olhos humanos saber se perdemos o primeiro amor, se não nos arrependermos, corremos o risco de chegar à morte achando que estamos vivos! Sardes tem essa característica. É aqui que o engano cumpre o seu papel. Porque achamos que estamos certos, mas estamos errados, mortos. Quão frustrante é chegar a um grande tempo da vida cristã e descobrir que trilhamos um caminho que não foi o da verdade. Qual deveria ser a nossa postura? Continuar no engano, visto que agora é difícil voltar atrás? Ou se arrepender e recomeçar restaurando o primeiro amor e lembrando-se de onde caímos? Não podemos permitir que a morte faça parte de nosso curriculum espiritual. É tempo de mudança!

 

 

 

Por isso, A Igreja Filadélfia (Amor Fraternal) vem a seguir juntamente com a Igreja Laodicéia (a Igreja do Direito). Cabe a nós, decidirmos se somos um povo que ama o próximo ou se somos um povo que se ama, requerendo e brigando sempre pelos nossos próprios “direitos” – Laodicéia é a Igreja que briga pela sua própria satisfação. Já a Filadélfia é a Igreja que ama o próximo, estando disposta a abrir mão de si mesma.

 

 

 

Estas Igrejas falam de nós mesmos, de cada um de nós! Que Igreja você é? Em qual estágio você se encontra? Lembre-se que sempre há jeito, porque em cada Igreja, há aqueles que se arrependem e vencem! São os vencedores que alcançam o Reino de D´us. Que o Senhor mesmo traga consciência à sua mente e coração para que você possa ser levado ao arrependimento, tomando uma postura radical em sua vida de agradar e servir ao Senhor, amando e servindo ao próximo!

 

 

 

Em nome de Seu Filho, Yeshua, nosso Messias.


Como Fazer Discípulos?

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Pr. Valdemir Sarmento de Almeida

Antes de ser assunto aos céus, Cristo nos deixou uma ordem: “Fazei discípulos de todas as nações…” (Mt.28:19)

Mas parece que nos esquecemos de como fazer discípulos. Tenho lido muito sobre isso e, infelizmente, o que tenho constatado é que estamos mais focados em um crescimento de rede empresarial do que realmente em cumprir uma ordem de nosso Senhor.

Mas afinal, como podemos formar discípulos?

Primeiramente, gostaria de falar o que não é formar discípulos!

Não formamos discípulos com encontros semanais.

Não formamos discípulos com reuniões “de negócios”.

Não formamos discípulos ensinando-os a ter medo da gente com a desculpa do “princípio de autoridade”.

Não formamos discípulos, ensinando-os que somos senhores deles.

Não formamos discípulos, ensinando-os a serem iguais a nós.

 

Mas parece que é o que temos visto continuamente. Algumas pessoas já chegaram a me dizer que uma boa formação de discípulos está quando as pessoas absorvem até a nossa forma de se expressar corporalmente.

Não podemos gerar pessoas dependentes da gente.

Acredite, Cristo não tinha em mente estas coisas que citei acima! Ele não morreu numa cruz para que pudéssemos formar pessoas cópias fiéis da gente, com a desculpa de que somos discípulos de Cristo.

 

Agora, gostaria de mostrar como Cristo formou discípulos.

Ele caminhou com homens, ENSINANDO O REINO DE D´US. Ele não se preocupou em mostrar seus trejeitos para os discípulos, mas que é O PAI. Ele serviu a humanidade sendo servo do REINO. Ele viveu a dimensão do Reino de D´us, falou do Reino, mostrou o Reino, Amou o Reino em todo tempo. E todos quantos viam o Reino de D´us, em Cristo, tinham o convite de renunciar a tudo para se tornar seu discípulo.

Mas era o único capaz de formar discípulos, porque Ele, de fato, é um cidadão desse Reino. Ele não tinha pecado e vivia a plenitude de D´us, sendo a Imagem e Semelhança de D´us. Agora, Ele estava formando homens a Imagem e a Semelhança de D´us, exatamente como era no Éden.

Por esse motivo, Ele diz aos discípulos que não saíssem de Jerusalém até que DO ALTO, fossem revestidos de poder. Esse poder é o Espírito Santo prometido sobre suas vidas, capacitando-os a fazerem discípulos. Esse foi o motivo da descido do Espírito Santo na vida daqueles judeus, em Jerusalém e depois sobre os gentios.

 

Portanto, para fazer discípulos, é necessário que sejamos cheios do Espírito Santo. Mas ser cheios do Espírito Santo não é sentir um “fogo” no culto, ou entrar em “êxtase”, ou ainda tremer em um momento de oração. Estas coisas podem ser até uma manifestação que você esteja sentindo, mas não significa que é a presença do Espírito Santo.

Mas, como saber que temos o Espírito Santo para que possamos formar discípulos?

 

Graças a D´us pela Sua Palavra, porque o apóstolo Paulo, prevendo que teríamos essa dúvida, nos explicou o que é ter o Espírito Santo. Lembre-se que a Bíblia é enfática em afirmar que conhecemos a Árvore pelo fruto. Por esse motivo, Paulo escreve em Gálatas 5:22 e 23 – “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.”

Ele afirma que o Espírito Santo tem UM FRUTO, e esse fruto tem nove composições, ou seja, para que esse fruto possa ser O Fruto do Espírito, ele tem que ter esses nove elementos. Não são nove frutos, mas UM SÓ FRUTO. É como uma melancia que para ser melancia, tem que ter casca, a semente, a massa interna com o suco, sem estes itens, a melancia não existe. Sem um desses elementos, não há fruto.

Portanto, se quisermos saber que temos o Espírito Santo, precisamos ver se temos O FRUTO, não basta ter oito elementos, é necessário ter OS NOVE. Se você, ao se avaliar, descobrir que não tem apenas um, sinto lhe informar que você ainda não pode fazer discípulo, pois ainda não tem o Espírito Santo, porque não há fruto dele em você.

É bom lembrarmos que não somos nós quem produzimos O fruto, mas que é o próprio Espírito que o produz em nós.

 

Após entendermos que temos o Espírito Santo porque temos o fruto, precisamos entender que isto também não é suficiente. Cristo tivesse soprado o Espírito sobre os discípulos (Jo.20:22), Ele não permitiu que os discípulos saíssem de Jerusalém para formar discípulos até que fossem revestidos de Poder (At.1:4 e 5). Nesta ocasião, Cristo estava falando de batismo no Espírito Santo. O que isto significa para nós?

Ele diz que o Espírito Santo imergiria os seus discípulos para poderem sair de Jerusalém e pregar o Reino a todas as nações.

Isto torna o trabalho de discipulado, algo extremamente significativo, porque a única possibilidade que temos de fazer discípulos é sendo Batizados pelo Espírito Santo. Quem não é batizado, não pode fazer discípulo!

 

Glórias a D´us!

Porque somente uma pessoa batizada no Espírito Santo tem condições de viver o Reino de D´us em total dependência à Sua Vontade, cumprindo a Sua Palavra, manifestando em sua própria vida as Leis de D´us, isto porque, só podemos cumpri-las se estivermos no Espírito.

 

Mas, infelizmente, não é isto que tenho visto! Não estamos preparando pessoas para obedecer a D´us! Arrumamos desculpas para que as pessoas sejam transformadas, mas nós mesmos, como “discipuladores”, nem sequer conseguimos obedecer às Leis de D´us. Não pode ser assim! Fazer discípulos é a única solução de D´us para trazermos o Reino de D´us a todas as famílias da terra.

Que o Senhor o capacite a ser e a fazer discípulos de todas as nações!

O CHAMADO DA IGREJA

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O CHAMADO DA IGREJA

Pr. Valdemir Sarmento de Almeida

 

Tenho meditado sobre o Chamado da Igreja para os nossos dias. É interessante entendermos que o propósito de D´us para a Sua Igreja, começa em Gênesis ao criar o Homem a Sua Imagem conforme a Sua Semelhança.

Nunca esteve na natureza do Senhor destruir sua criação, mas, sim, restaurá-la. Acho muito profundo a ideia de que Ele acredita nesta restauração da criação em sua integralidade.

 

Em Gênesis, ao pecar como o dominador da Criação, Adão submete-a ao julgo do pecado e domínio de satanás. Isto trouxe deformação a toda Criação, incluindo o homem. Pensando nisto, devemos refletir: “Será que Ele planejou esta queda?”

Alguns podem dizer que “sim”, por pensarem que Ele não teria Soberania sobre as escolhas feitas pelo homem. Mas isto nunca comprometerá a Soberania do Senhor, pois, todos os caminhos foram por Ele criados e quando Ele nos dá a oportunidade de escolha, certamente, é por um dos caminhos que Ele tem o domínio e total Senhorio.

 

Nos versos 16 e 17 de Gênesis 1 temos uma ordem muito interessante da parte de D´us: “E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”

 

“… lhe deu esta ORDEM…” – Esta palavra no hebraico é Tzavah = mandar, incumbir, designar. Portanto o homem recebeu uma missão de não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. Esta ordem tem o mesmo peso da ordem dada por Jesus em Mateus 28:19-20. Se Ele estivesse planejando a queda, certamente, estaria dando uma ordem para ser desobedecido. Isto significaria que existiriam coisas que D´us falaria e que não se cumpriria. Seria muito difícil absorvermos este tipo de compreensão. Porque inclusive o texto de Mateus 28 se encaixaria nestas condições.

Mas ao entendermos que ao dar a ordem, D´us dá ao homem condições para obedecer, então entendemos que a este cabe a Vontade (escolha) de viver para a Glória de D´us. Certamente Adão poderia e deveria ter obedecido, pois ele não estava predestinado ao pecado, mas, sim, a ser Imagem e Semelhança de D´us.

 

As deformidades que aconteceram, frustraram o coração de D´us, pois assim como Ele é, queria que fôssemos, inclusive com o poder de escolha já que somos Sua Imagem conforme a Sua Semelhança. Nisto reside um dos maiores milagres de D´us, em constituir o homem com a sua própria natureza e poder de escolha. Ele vai respeitar nossas decisões e nem vai interferir porque Ele não pode ser interferido em Suas próprias decisões. Adão podia pecar e pecou, o homem pecador pode ser restaurado, se quiser. Cabe a nós, trabalharmos nesta proclamação. Basta lembrarmos que o Espírito de D´us estava sobre Adão permanentemente até os dias de Noé e isto não impediu que os homens pecassem até os dias de Noé.

Por isso, não podemos pensar que a Presença do Espírito Santo é sinônimo de ausência de pecado, muito menos que é fraco em seus argumentos de convencimento do homem, porque não se trata de poder de convencimento, mas de obediência e vitória sobre nossas próprias vontades. Como afirma Paulo em efésios 4:30:  “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados e  para o dia da redenção.” – entristecer = também tem a ideia de extinguir, apagar o Espírito. Creio que não podemos denominar isto de ação frustrada do Espírito Santo. Se entendermos que Ele trabalha para nosso convencimento, mas limitando-se em nossa decisão pessoal, entendemos que isto será mais do que justo para que no dia do juízo ninguém possa dizer que não teve “argumento” suficiente.

 

Mas, passados pela queda do Éden, vemos D´us trabalha para a restauração da Criação. E tudo o que acontece de Gênesis 3 à Apocalipse 20, trata desse trabalho de D´us para que a redenção aconteça.

 

Mas como o Senhor trabalha?

Voltando a pensar em Gênesis, observamos que “o Espírito de D´us pairava sobre a face das águas” (Gn.1:2)

O Espírito do Pai está sobre a Criação, isto é muito importante porque revela que D´us não quer apenas usufruir de Sua Criação, mas que Ele interage pessoalmente, envolvido em Seu Espírito, com a Sua Criação. Pela criação, os homens deveriam reconhecer claramente “os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade” (Romanos 1:18-20)

O Espírito Santo não apenas revela o Criador na Criação, mas também ao Criador a criação (e viu D´us que era bom). É o Espírito que vai testificando o sentido e a ordem da Criação, isto vai glorificando a D´us. Ele ministra as verdades do Reino, Governo de D´us à Criatura. Porém, é importante salientarmos que a Criatura precisa de Ordem e que existe uma criação dominadora sobre a criação que é o próprio homem. Como Imagem e Semelhança de D´us, o homem é o ministrador direto do Espírito sobre a Criação, sendo o responsável por apresentá-la ao Pai em conformidade com Sua Vontade. É por este motivo pelo qual o Espírito de D´us habitava e hoje também habita no homem.

 

Portanto, a Presença do Espírito de D´us tem a ver, diretamente, com a Vontade de D´us. Vontade e Espírito são correlações da Plenitude de D´us, “pois quem conheceu a mente do Senhor, ou quem foi o Seu conselheiro?” Embasados na realidade de que a Vontade de D´us está atrelada ao Espírito d´Ele, então podemos concluir que a Palavra de D´us é uma ação direta do Espírito de D´us para harmonizar a Criação para que a Sua Plenitude possa se manifestar.

 

Espírito e Vontade

O Espírito Santo é, portanto, aquele que ministra o Senhor em nosso espírito e sobre a Criação. Para isso, Ele precisa, primeiramente, agir na vida de quem tem o domínio sobre a Criação, o homem. Embora todos tivessem caído, o homem somente por ser humano, já está predestinado à restauração, isto, porque ele é o dominador natural da Criação. Vemos então, D´us trabalhando no coração do homem para convencê-lo de seu pecado de independência, através da Palavra, gerando assim, um coração submisso à Vontade de D´us. Em Gênesis 6, o Senhor chega a um momento de frustração, ao observar que o pecado aumenta. É importante entendermos que essa frustração não é fruto de uma surpresa desagradável, porque o Senhor tem a ciência de todos os fatos, mas Ele não interfere nos caminhos do homem. Aliás, Ele é quem mais acredita na restauração do homem, por esse motivo se frustrou. Por isso, Ele afirmou que o “Seu Espírito não agiria mais no homem, porque este é carnal.” O que vemos neste texto é exatamente o confronto das vontades – A Vontade de D´us X A Vontade do Homem.

Nesta posição temos visto o quanto ainda precisamos ser convencidos pelo Espírito de D´us e por isso não podemos extingui-lo!

 

O Senhor levantou um homem, Abraão. Este homem não era perfeito, mas decidiu viver a Vontade de D´us. E caminhou dentro da Vontade do Senhor, por esse motivo, sua fé foi exemplo para a humanidade. Ele sacrificou mais que a própria vida, sacrificou seu filho. Embora Isaque não tivesse sido sacrificado literalmente ao descer aquele cutelo, Abraão testificou que a Vontade de D´us era Soberana. Por isso quem parou o cutelo não foi o braço de Abraão, mas o Anjo do Senhor. A fé de Abraão foi o resultado da Obediência de um homem em cumprir a Vontade de D´us pela ação do Espírito Santo sobre ele. De Abraão surge uma nação, Israel, que deveria seguir neste molde = Espírito/Vontade = restauração da Criação, mas que embora tivesse a manifestação do Espírito, em muitas ocasiões ficou comprometido por optarem pela Vontade própria. O discernimento que tiveram foi resultado de suas próprias escolhas, mesmo o Espírito agindo no meio deles. Estes foram chamados por Paulo de povo de D´us (Rm.9).

Vem Cristo, revelar que a Vontade do Pai pode ser feita pela Criação, porque D´us nunca deixou de acreditar no homem. Enviou o Verbo Eterno para que pudesse ser encarnado. O Verbo é o responsável por criar e manter a Criação de acordo com a Vontade de D´us, enquanto que o Espírito Santo é o Senhor desfrutando e se revelando à Criação. O Verbo pode se encarnar, porque todas as coisas foram feitas por intermédio d´Ele. Ele é quem construiu todas as coisas tendo elementos para se encarnar sem ferir a ideia de humanidade. Por isso a encarnação do Verbo não afeta a humanidade de Jesus e muito menos o princípio da Criação da humanidade. Isto significa que Jesus Cristo não foi menos homem que Adão ou mais D´us que Abraão. Ele foi homem igual Adão, Abraão, Davi…

O que é perfeitamente possível, pois o Verbo é o construtor do homem.

O homem perfeito em quem há o Espírito de D´us era exatamente como fora o primeiro Adão.

 

Alma Vivente X Espírito Vivificante

O primeiro Adão fora feito alma vivente – nefesh – ser vivo, com desejos, emoções, paixões. Isto porque ao ser criado, nada da alma de Adão estava corrompida, mas após o pecado toda a alma humana ficou comprometida com o pecado, salientando a vontade da carne, opondo-se assim, à Vontade de D´us. O segundo Adão vem com o espírito vivificante, o que tem a ver com o propósito de D´us em restaurar o homem a partir de seu espírito. É como se Jesus nascesse restaurado! Porque ao nascer, Ele representa o homem caído, mas sem pecado. Seu espírito é uma fonte de vida, pois está conectada com o Espírito de D´us (que paira sobre a criação). Jesus como criação, recebe a presença do Espírito Santo para que o ensine a Vontade do Pai e seu espírito esteja ministrando a si mesmo o ser perfeito que foi, enquanto em vida na Terra. Este é o princípio para a criação. Jesus não nasce perfeito, Ele nasce restaurado! E é exatamente por causa dessa restauração que Ele tem condições de chegar à perfeição. Portanto, seres restaurados estão predestinados à perfeição Essa é a chave para entendermos o princípio da primogenitura de Jesus no contexto de sua humanidade.

 

Jesus, portanto, foi o homem perfeito que trabalhou para que a terra pudesse viver em conformidade com a Vontade de D´us pelo Espírito Santo. Quando o Senhor olhou para a Criação, viu que nem toda a Criação estava corrompida, porque havia um homem perfeito, Jesus, que ao invés de ser contaminado pelo pecado, usufruiria de sua condição de homem perfeito (Imagem e Semelhança de D´us) para, através de seu domínio (Gn.1:26), restaurar a Criação.

 

E eu com isso?

Você se perguntar: “E como isso afeta minha vida ministerial, meu chamado?”

Em tudo! E é exatamente isso que dá sentido a toda ação da Igreja. Quando Cristo estabeleceu a Igreja, Ele tinha em mente que ela fosse a proclamadora do Reino de D´us através da Vontade e Espírito. A Vontade de D´us está detalhada na Torá, em suas Leis, que são Perfeitas e Agradáveis.  E o Seu Espírito é o que traz a vida dessa Lei sobre cada um dos membros da Igreja.

Por isso é que todos os homens são chamados para passar pela experiência do Novo Nascimento. Morrer em Cristo, negando sua velha natureza e nascer da Água e do Espírito. É muito importante entendermos que o nascer da água é uma necessidade consciente de quem está errado, vivendo no pecado. A Bíblia define esse nascimento da água (Jo.3) de Batismo de Arrependimento. E é claro que só pode se arrepender quem tem consciência de que está em pecado e o pecado só pode ser evidenciado, quando contrastado com a Lei/Vida de Cristo.

Este é o ministério da Igreja! Contrastar o pecado do mundo com a Lei de D´us. E isto só pode acontecer mediante uma vida de renuncia e discipulado com Cristo.

 

Infelizmente, muitas pessoas acham que o ministério da Igreja é manifestar milagres, obras grandiosas ou coisas semelhantes. Estas coisas são boas, mas não são o objetivo da Igreja, elas devem ser ferramentas para usarmos a fim de cumprir nosso objetivo. O apóstolo Paulo afirma que “tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus. Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele fôssemos feitos justiça de Deus.” 2Co 5:18-21.

 

Ele nos confiou o ministério da reconciliação (καταλλαγη katallage = restauração à situação favorável anterior; restauração). Este é o chamado mor da Igreja de Jesus. É neste ministério que D´us está envolvido a ponto de nos selar com Seu Espírito, encarnando o Verbo Eterno. Muito mais que mostrar poder de D´us, fomos chamados para anunciar a mensagem de Arrependimento dos pecados, para o homem que caminha longe dos mandamentos do Senhor. Àqueles que passam por este processo de arrependimento recebem o Espírito do Senhor para que sejam cooperadores dessa obra divina. A Presença do Espírito sobre nós significa que a Vontade D´us, que é a Palavra, está atuando em nossos corações. Por isso a Igreja não pode abandonar os Fundamentos da Palavra e nem a Vida de Comunhão no Espírito, pois sem isso, certamente, estaremos navegando nos mares do engano. É bom ressaltarmos mais uma vez que somente em Cristo, podemos resgatar esses elementos – Palavra (Vontade de D´us) e Espírito, para que possamos viver uma vida de Unidade e relacionamentos significativos.

Todos os dons e ministérios que temos desenvolvido devem estar focados nesta verdade, ao dobrarmos nossos joelhos para orar, ao abrir nossas Bíblias para estuda-la, ao participar das reuniões comunitárias e invocatórias, temos que estar focados em nosso ministério.

Mas para que este ministério tenha eficácia em nosso meio, precisamos entender que o Senhor trabalha em nós comunitariamente. Ele decidiu que a Sua Vontade e Seu Espírito fossem repartidos e vistos pelos homens quando atuamos juntos, sem maiores ou menores. Sermos todos Um, assim como Cristo é um com o Pai. É nesta Unidade que Paulo trabalha a Vida da Igreja em Éfeso (Ef.4).

 

Que esta verdade, possa abrir nossa mente e coração para atuarmos na restauração da Criação, sabendo que o Senhor anseia, muito mais que nós mesmos, ver o resultado do nosso trabalho n´Ele.

Oro, ao Eterno, que Ele possa trazer essas verdades ao nosso coração e que possamos nos unir na ação do Seu Reino, trazendo Sua Vida sobre todas as nações da Terra, fazendo discípulos em todos os lugares, pois afinal, é esse o nosso verdadeiro Chamado!

 

 

Institucionalização do Evangelho

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Gostaria de ser bem claro em minha posição quanto às instituições religiosas. Sinceramente, não me oponho a elas, pelo contrário, diante de tantas críticas, vejo-a necessária por ser ela uma forma de ordenar a Igreja de Yeshua.

Tenho compartilhado e estudo as opiniões de muitos irmãos que criticam a instituição eclesiástica, afirmando que ela é doente, ultrapassada e que está estragando o Evangelho.

 

Mas amados, não é isso o que de fato está acontecendo!

O que tem estragado a instituição é a “igreja”!

É bom lembrarmos que há uma grande diferença entre Igreja e Instituição Eclesiástica.

A Igreja é a comunidade dos santos, chamados das trevas para a maravilhosa Luz de D´us. Estes são os responsáveis por levar o Reino de D´us às nações da Terra. Yeshua foi quem primeiro falou sobre a Igreja – “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra n  edificarei a minha igreja, o  e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus”. Mt 16:18-19

Portanto, ela tem uma responsabilidade social e espiritual diante do mundo.

 

Mas a Igreja precisa de uma ordem administrativa, precisa de um lugar para se reunir, quanto mais instrumentos físicos ela dispuser, mais eficácia em seu trabalho haverá. E é sobre isto que queremos dizer quando falamos da Instituição. A instituição existe para servir a Igreja. Quando a Igreja serve a Instituição é porque a própria Igreja esqueceu-se de sua missão.

 

E nisto, repousa a minha reflexão sobre a Igreja.

Muitos estão trabalhando, veementemente, para o crescimento da Instituição e não para o crescimento do Reino de D´us. Yeshua nos ensinou que a Igreja deve trabalhar para levar o Reino de D´us aos homens. Esta é a sua responsabilidade. Não é o crescimento dela que interessa, mas o crescimento do Reino! Não é o crescimento da Instituição que interessa, mas o crescimento do Reino!

 

E quando a Instituição está doente?

Creio, que quando vemos as atividades eclesiásticas de uma instituição adoecida, é certo que isto é fruto de uma Igreja adoecida! Se nossas Instituições estão beirando o caos espiritual e se estamos entrando em decadência, certamente é fruto da falta de revelação da Igreja. Se a Igreja é quem move a Instituição, então, a lógica seria termos Instituições saradas e fortes, mas isto não ocorre porque a Igreja está doente. E se a Igreja está doente temos um agravante muito sério, o Reino de D´us não está sendo pregado corretamente!

 

Este é o meu maior medo!

A Instituição Eclesiástica é apenas fruto real da Igreja. Se a Instituição é doente, reflete diretamente na vida de Comunhão da Igreja de Yeshua, o que compromete diretamente a mensagem do Reino de D´us.

Portanto, diante de D´us estamos inoperantes.

 

Mas não gostaria de parar por aí!

Sei que o que estou afirmando está muito pesado, mas infelizmente precisamos avaliar mais algumas coisas para que nosso raciocínio seja mais amplo. Quem é o consolidador da Igreja é o Espírito Santo.

Yeshua edificou a Igreja, mas o Espírito Santo é quem a torna uma realidade.

O próprio Yeshua disse aos seus discípulos que esperassem a promessa do Pai, ou seja, os discípulos não poderiam nem anunciar o Reino sem o Espírito Santo, isto porque, eles estariam cumprindo a missão da Igreja sem ser Igreja.

 

Não podemos ser Igreja sem o Espírito Santo!

 

Portanto, se a Igreja está pregando uma mensagem doentia e isto está se refletindo na vida Institucional da Igreja, concluímos que o Espírito Santo tem estado fora do que temos conhecido como Igreja!

Não pode haver a presença viva do Espírito de D´us e uma mensagem torta e desconexa com o Reino, muito menos uma Instituição adoecida! Porque tudo o que a Igreja intentar fazer, deveria ser bem-sucedido!

Abandonamos o Espírito Santo!

 

Não sou mais um frustrado com a Igreja, por incrível que pareça, mas tenho andado muito preocupado com ela! Isto porque a amo e acredito no seu chamado.

Por isso, não devemos estar muito preocupados com a Instituição Eclesiástica, mas com a Institucionalização do Evangelho que está adoecido pela mensagem turvada da Igreja que não tem tido a Vida do Espírito em seu dia a dia.

Isto é fruto de uma vida de alienação à Palavra de D´us.

Porque o Espírito de Adonai age à sombra da Palavra de D´us.

 

Reflita sobre isto e deixe o Senhor torna-lo Igreja verdadeira, pura, sem mácula e que vai levar o Seu Reino através da Comunhão com Ele no Espírito em uma vida comunitária, que é a Igreja, restaurando até mesmo sua instituição!

Que o Eterno de Israel lhe ilumine neste desafio!

 

Pr.Valdemir Sarmento de Almeida

ESTUDO SOBRE APOCALIPSE – INTRODUÇÃO

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Faça um estudo apurado deste maravilhoso livro. Os princípios ensinados aqui vão ajudá-lo a compreender melhor o Propósito Eterno de D´us para a Sua criação. Assista até o final!

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Estudo sobre Apocalipse – Introdução from Pastor Valdemir Sarmento on Vimeo.

Se você foi abençoado, ajude-nos divulgando-o!

Que o Eterno D´us de Israel o cubra de revelação e discernimento da Verdade.

Pr.Valdemir Sarmento de Almeida